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Esse blog é um misto de esportes, turismo e muitas histórias recolhidas nessa vida de jornalista. Já saltei de asa delta, voei de balão, nadei com tubarões brancos e entrei em tanques de crocodilos. Participei da primeira corrida de aventura sem nem saber mudar as marchas da bike. Já dormi na casa de desconhecidos que encontrei pelo orkut, aluguei um carro para dormir nele no carnaval de Ouro Preto, acordei em um ferro-velho e peguei caronas na estrada (inclusive um ônibus memorável só com mulheres de presidiários).
Faço parte de uma família absolutamente normal. Um choque.

Tomei banhos “antropológicos” no Maranhão, quebrei o dedo em Paraty pedalando, fiquei à deriva em um barco de pescador quebrado em Arraial do Cabo. Já tentei negociar preço de taxi com um senhor chamado Abdul (sem sucesso, óbvio) e quase congelei cobrindo a ultramaratona Two Oceans. Me perdi em dunas na África do Sul procurando conchinhas e temi ser a última em minha primeira corrida de 10 km – com direito a torcicolo, de tanto olhar para trás contando as pessoas.

Comprei um tênis decente, uma bike e uns três bancos diferentes para minimizar o sofrimento da minha pobre bunda não-calejada. Só tento ser mais rápida quando algum velhinho astuto me ultrapassa. Não dá, e eu finjo que ele é apenas uma ilusão de ótica da minha mente em frangalhos.

Tive experiências de “quase morte” ao fim de algumas pedaladas completamente despreparada e descobri, feliz, que a ressurreição tem sabor artificial de banana – e o carb up, nessas horas, é a iguaria dos deuses.

PS:  Quiser perguntar, xingar, escrever qualquer coisa ou desabafar: marina@corremundo.com.br

 

Na “vida real”: jornalista formada pela Unesp (passagem por revistas O2, VO2, Sport Life, Contra Relógio e Uol), mestre em Divulgação Científica e Cultural (Unicamp) e insanamente pós-graduada em Bioquímica, Fisiologia, Treinamento e Nutrição pelo Labex – Unicamp.

 


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