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	<title>Corre Mundo &#187; Viagem</title>
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	<description>Corrida, viagem e histórias.</description>
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		<title>CIDADE DO MÉXICO &#8211; 3 PASSEIOS IMPERDÍVEIS</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 00:42:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/05/Teotihuacan2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1346" title="piramide Teotihuacan" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/05/Teotihuacan2-1024x768.jpg" alt="" width="655" height="491" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <strong>Cidade do México</strong> ainda não está nos roteiros de brasileiros, que vão, na maior parte das vezes, diretamente para Cancun e arredores.<br />
DF, como eles chamam, não me agradou muito. Problemas de uma grande capital que bem conhecemos: trânsito caótico, barulho e uma certa sensação de insegurança. Também não me entendi com a comida – tudo frito, gorduroso, ardido e misturado com inventividade. Muitos amam, uma parte vai de imosec (a única palavra que consegui entender da conversa de duas alemãs no quarto), outros rezam e os precavidos sobrevivem. O gostoso lá são as comidas de rua e suas mil salsas. E se prepare. Se você se acha radical porque mistura fandangos de presunto com chocolate, meu amigo, é porque não conheceu a<del> falta de noção</del> criatividade mexicana. No café da manhã não comi um único dia paõzinho com manteiga. Algumas vezes era uma refeição tão ardida que não rolava. Quando era bom, vejam só: <strong>ovo frito com molho de feijão preto, pimenta e abacate</strong>. E um café que faria o mais aguado dos americanos parecer uma overdose de cafeina.<br />
Mas não se intimide. Eu não estava em um tour gastronômico e não procurei opções. Era uma passada rápida e tudo precisava estar à mão. Mas confesso que tive uma certa falta de esperança quando no jantar de gala do congresso o menu teve arroz e frango. Para mim foi a glória depois de alguns dias comer algo tão familiar, mas tive a sensação de que a alimentação lá realmente não era para mim.</p>
<p>Apesar dessa introdução não muito animadora, acredite, a Cidade do México oferece opções interessantíssimas de passeios e sim, <strong>vale a pena ficar 2 ou 3 dias.</strong></p>
<p>Além do Museu de Antropologia – muito bacana, que valeu até um post próprio (<a href="http://corremundo.com.br/2012/passeio-imperdivel-na-cidade-do-mexico-museu-de-antropologia/" target="_blank">aqui</a>), destaco outros três passeios que valem a viagem:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1) PIRÂMIDES DE TEOTIHUACAN (&#8220;onde os deuses foram criados&#8221;)</strong></p>
<div id="attachment_1349" class="wp-caption aligncenter" style="width: 655px"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/05/Teotihuacan5.jpg"><img class=" wp-image-1349  " title="piramide Teotihuacan" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/05/Teotihuacan5-1024x768.jpg" alt="" width="645" height="484" /></a><p class="wp-caption-text">Vista da área de Teotihuacan</p></div>
<p>Distante 50km da capital o conjunto de pirâmides, templos, casas, palácios e altares desta que foi a cidade pré-hispânica mais antiga da região do México, de 100 a.C.<br />
Estima-se que a cidade, cortada pela calle de los muertos, chegou a ter mais de 120 mil habitantes, e atualmente a “avenida” ao longo da qual estão as obras mais preservadas tem 2,5 km de extensão.</p>
<p>São três pirâmides: Palácio Quetzalpapalotl, Pirâmide da Lua e do Sol (terceira maior do mundo, menor apenas que a Cholula, também no México, e a de Quéops, no Egito). É de arrepiar. Tanto a pirâmide egípcia quanto a do Sol têm a mesma área de base – lados de 225 metros, mas a do Sol é mais baixa.<br />
Para a maioria subir os 64m bem verticais só exige fôlego, mas não é fácil para quem tem problema com altura. Alguns desistem pela vertigem. Um dos israelenses que estava em meu grupo não conseguiu, e o guia contou ser comum.<br />
O sol é forte. Se possível vá bem cedo para evitar as multidões e leve água. O local é um dos mais visitados do México,<strong> declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco</strong>.</p>
<p>Além das pirâmides há um museu interessante e dezenas de vendedores insistentes de artesanato em obsidiana, rocha vulcânica que dá forma às miniaturas dos deuses astecas. Um bom souvenir.</p>
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<div id="attachment_1350" class="wp-caption aligncenter" style="width: 563px"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/05/Teotihuacan3.jpg"><img class=" wp-image-1350  " title="Teotihuacan" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/05/Teotihuacan3.jpg" alt="" width="553" height="737" /></a><p class="wp-caption-text">Subindo a Pirâmide do Sol</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como ir</strong>: Acertei diretamente no hostel porque achei o preço bom, mas é fácil o acesso de ônibus, partindo da Central de Autobuses del Norte. As excursões tradicionais fazem mais três paradas:<strong> a Praça das 3 Culturas, o Santuário da Virgem de Guadalupe e uma fazenda produtora de mezcal</strong>, espécie de “pai” da tequila, um destilado da planta ágave encontrada nos arredores de Oaxaca. Alguns contem uma larva encontrada na própria planta– meio esquisito, mas vá lá.<br />
A Basílica da Virgem de Guadalupe foi erguida no local onde ela teria aparecido ao índio Juan Diego. São várias construções no local de peregrinação: capela, convento, a igreja original de 1709 (interditada) e a basílica moderna. Para ir de metrô: estação 18 de Março ou La Villa-Basílica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_1360" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/05/DSC05333.jpg"><img class=" wp-image-1360 " title="area da basilica de Guadalupe Mexico" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/05/DSC05333-1024x732.jpg" alt="" width="614" height="439" /></a><p class="wp-caption-text">Área de peregrinação à Basilica de Guadalupe</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2) BOSQUE E CASTELO CHAPULTEPEC</strong><br />
Grande área verde da cidade, com 800 hectares e dividido em três seções, incluindo zoológico, museus, monumentos, fontes, lago e ótimas trilhas para correr, pedalar e caminhar. Dá pra alugar uma bike de passeio lá mesmo.<br />
Lá fica também o Castelo de Chapultepec, de 1784, residência dos vice-reis espanhóis. Combine com a ida ao Museu de Antropologia, pois ficam próximos, basta atravessar a avenida La Reforma. No castelo funciona o Museu Nacional de História e ao fundo o Jardim Botânico. O bosque oferece várias atrações para crianças e é um programão para fazer com os pequenos.<br />
As estações de metrô mais próximas são Auditorio e Chapultepec.</p>
<div id="attachment_1352" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/05/Chapultepec.jpg"><img class=" wp-image-1352 " title="Chapultepec" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/05/Chapultepec-1024x768.jpg" alt="" width="614" height="461" /></a><p class="wp-caption-text">Subindo ao Castelo de Chapultepec</p></div>
<div id="attachment_1353" class="wp-caption aligncenter" style="width: 494px"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/05/Chapultepec2.jpg"><img class="wp-image-1353 " title="Chapultepec" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/05/Chapultepec2.jpg" alt="" width="484" height="645" /></a><p class="wp-caption-text">Observatório astronômico do Castelo de Chapultepec</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ZÓCALO</strong><br />
Uma parada obrigatória para sentir o cotidiano da capital mexicana e ao mesmo tempo aprender suas origens. A área histórica, também declarada Patrimônio da Humanidade pela Unesco, marca o local de nascimento da cidade e é usada constantemente para festas e manifestações. A Catedral, principal obra e maior do continente, foi construída sobre um antigo templo asteca.<br />
Ao lado, o Palácio Nacional do século 17, com visitas gratuitas diárias. Nesta sede do governo mexicano veja o famoso mural de Diego Rivera. Próximo, o Templo Mayor, um museu com ruínas astecas sobre o local original de orações e rituais.<br />
Belíssimo também o prédio do Museu de Belas Artes.<br />
Metrô: estação Zócalo.</p>
<div id="attachment_1354" class="wp-caption aligncenter" style="width: 655px"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/05/catedral-cidade-do-mexico.jpg"><img class=" wp-image-1354  " title="catedral cidade do mexico" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/05/catedral-cidade-do-mexico.jpg" alt="" width="645" height="484" /></a><p class="wp-caption-text">A maior Catedral da América fica na Cidade do México, no Centro Histórico</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_1355" class="wp-caption aligncenter" style="width: 655px"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/05/DSC05453.jpg"><img class=" wp-image-1355  " title="Belas Artes" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/05/DSC05453-1024x768.jpg" alt="" width="645" height="484" /></a><p class="wp-caption-text">Museu de Belas Artes fica próximo ao Zócalo</p></div>
<p><strong>Noite</strong><br />
O luxuoso bairro Polanco ou o descolado Condesa são as melhores opções. Fiquei hospedada no Centro Histórico e encontrei boas opções também. Próximo à estação de metrô Isabel La Católica havia muitos barzinhos interessantes.</p>
<p><strong>Onde ficar</strong><br />
Os albergues mexicanos em geral são muito bons. Fiquei hospedada no <a href="http://www.hostalcentrohistoricoregina.com/" target="_blank">Hostel Regina</a>, no centro histórico e gostei muitíssimo. Limpo, novo, moderno, barato. Fiquei impressionada.</p>
<div id="attachment_1356" class="wp-caption aligncenter" style="width: 548px"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/05/hostel-regina.jpg"><img class=" wp-image-1356 " title="hostel regina" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/05/hostel-regina.jpg" alt="" width="538" height="717" /></a><p class="wp-caption-text">Restaurante dentro do Hostel Regina. Boa opção no Centro Histórico para a noite</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como se locomover</strong><br />
O metrô é terrível – vendedores colocam músicas para tocar muito alto, meio caótico. Mas a rede é ótima, dá até para ir ao aeroporto (fui e recomendo em partes. Não tem escada rolante, então se estiver com mala pesada é um perrengue). O trânsito lá é um caos então se der para fazer grandes trechos de metrô, prefira. Os táxis são baratos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dica despropositada – câmeras fotográficas baratas</strong><br />
Não sei se serve para alguém, mas para comprar máquinas fotográficas, lentes e afins com preços ótimos a Santa Ifigênia deles chama-se Calle Donceles, no centro. São muitas lojas e o preço compensa. Próximo ao Zócalo.</p>
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		<title>COZUMEL &#8211; MERGULHO, PASSEIOS, PEDAL (E MEU IRONMAN PARTICULAR)</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 17:27:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fui parar em Playa del Carmen meio sem querer. (Sim, isso é possível). E mais sem querer ainda descobri que Cozumel ficava em frente. O fato é que Cancun e arredores nunca estiveram em minha lista de prioridades turísticas, então não havia me debruçado para entender o local e traçar passeios e roteiros &#8211; e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">Fui parar em Playa del Carmen meio sem querer. (Sim, isso é possível). E mais sem querer ainda descobri que Cozumel ficava em frente. O fato é que Cancun e arredores nunca estiveram em minha lista de prioridades turísticas, então não havia me debruçado para entender o local e traçar passeios e roteiros &#8211; e acabei indo parar lá meio que no susto por dois dias para um evento esportivo.</p>
<p align="JUSTIFY">Mas decidido, iria para Cozumel.</p>
<p align="JUSTIFY">A balsa sai de hora em hora de Playa del Carmen e leva uns 30 minutos. Custa 312 pesos ida e volta, mas compre separado para ter liberdade de horário para voltar, já que duas companhias fazem o trajeto. Fui de Ultramar e você pode consultar preços e horários <a href="http://www.granpuerto.com.mx " target="_blank">aqui</a>.</p>
<p align="JUSTIFY">A beleza de Cozumel está debaixo d&#8217;água. Fora, algumas lojas e pouca coisa interessante para fazer. Existem ruínas maias de San Gervásio, mas provavelmente você terá visto as mais bonitas em Tulum ou Chichen itza. Foco no mar, portanto.</p>
<p>Os mergulhos em Cozumel dispensam apresentação. A ilha abriga quase 300 espécies de peixes, 30 de esponjas marinhas, 80 de coral, além de fofíssimas tartarugas, lagostas e outros animais. Descendo do ferry estão as barracas dos guias, todos credenciados.</p>
<p align="JUSTIFY"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/istockphoto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1280" title="tartaruga em cozumel foto: istockphoto" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/istockphoto.jpg" alt="" width="388" height="309" /></a></p>
<p align="JUSTIFY">Se não for mergulhar, faça snorkeling ou escolha os barcos com partes envidraçadas no casco, que  já mostram a exuberância debaixo d&#8217;água. Eu nunca havia mergulhado, tinha um certo pânico e estava sozinha &#8211; portando o bom senso me mandou fazer apenas snorkeling.</p>
<p align="JUSTIFY">Mas em um domingo de baixa temporada eu era uma das únicas turistas da cidade (domingo é um dia morto por lá, quase tudo fecha). Pelo preço de ir sozinha no barco compensava mergulhar. Como sou mais muquirana que medrosa, fui.</p>
<p align="JUSTIFY">Enquanto seguia o guia, nervosa, pensava em duas coisas. A primeira era que sim, ele podia nem ser guia. A outra, mais positiva: como estamos sozinhos 100% da atenção dele será para mim, minimizando a chance de ter algum problema. E o looping eterno voltava para a ideia fixa número 1: mas se der errado, ele some comigo e com aqueles papeis tenebrosos que nos submetemos antes de praticar um esporte de aventura. &#8220;Você pode morrer e está se responsabilizando por isso. Assine aqui, por favor&#8221;.</p>
<p align="JUSTIFY">O ar já começa a faltar em terra firme mesmo. Seguimos Cozumel adentro.</p>
<p align="JUSTIFY">Mergulhei pela primeira vez. Se você tem medo, vá em frente, eu tinha muito e consegui &#8211; só 10 metros, onde se pode ir sem o curso profissional. É uma das sensações mais deliciosas do mundo. Uma vertigem de um novo mundo, melhor, de silêncios e luz. Ao fim, não queria mais que terminasse. (Infelizmente não tenho fotos. Minha única preocupação era fazer o ar entrar e sair de mim). Muitos peixes coloridos, lindos, estranhos e uma lagosta.</p>
<p align="JUSTIFY">Terminou perto da hora do almoço e ainda queria continuar passeando.<del> (Mas já não tinha sido emoção de mais e era hora de sossegar o facho??)</del> Não há transporte público. Há um ônibus que dá a volta a ilha, mas para mim é lenda, pois em mais de 3h desejei ardentemente que ele passasse, e nada. A maior parte dos turistas aluga um carro ou moto. Aluguei uma bike.</p>
<p style="text-align: center;" align="JUSTIFY"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/cozumelvillas1.bmp"><img class="aligncenter  wp-image-1285" title="mapa cozumel foto: cozumelvillas" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/cozumelvillas1.bmp" alt="" width="439" height="448" /></a></p>
<p align="JUSTIFY">Uma reta de 16 km corta a ilha ao meio. Minha intenção era dar a meia volta completa, uns 60 km. Não consegui. O problema não foi a bike simples, o fato de estar de chinelo, sem comer e debaixo do sol do meio dia. O problema maior é que estava deserto. Ninguém, mesmo sendo um domingo e calor. De 5 em 5 km mais ou menos, um restaurante de praia e algumas pessoas. Perguntava se a próxima praia estaria mais habitada. A resposta era: não, melhor voltar pelo mesmo caminho que é mais perto, daqui para frente há cada vez menos gente. Se tem uma coisa que odeio é voltar pelo mesmo caminho, e relutei até onde deu (mais uns 16km &#8211; totalizando 32km) e, com receio de ser uma turista mulher sozinha no meio do nada e perder a balsa para voltar a Playa, comecei a pedir carona aos poucos veículos que passavam, pois eram muitas caminhonetes e daria para colocar a bike na caçamba. Esperava, na verdade, que passasse o tal do ônibus, mas nada. Em todo caso, estava preparada para pedalar os outros 32km da volta pela rota mais &#8220;povoada&#8221;, a que usei na ida.</p>
<div id="attachment_1294" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/mezcalitos31.jpg"><img class=" wp-image-1294" title="mezcalitos" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/mezcalitos31.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">O &quot;lado de lá&quot; é tranquilo: a parte mais agitada, a que você chega pela reta, é uma praia de nudismo - a do bar Mezcalitos - este ai de cima.</p></div>
<p align="JUSTIFY">O terreno é plano, a paisagem é linda. Então se estiver com companhia, água e disposição é fácil pedalar o caminho todo.</p>
<p align="JUSTIFY">Uma boa alma parou para me dar carona. Mário, um senhor de ascendência italiana e com um problema na mão. Era dono da empresa de construção dos piers. E o melhor: estava indo para o sentido que eu havia desistido, ou seja, consegui pelo menos conhecer tudo que me propus <img src='http://corremundo.com.br/corre/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<div id="attachment_1295" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/mezcalitos-21.jpg"><img class=" wp-image-1295" title="mezcalitos " src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/mezcalitos-21.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Praias do lado de lá: domingo, sol e ninguém mais</p></div>
<p align="JUSTIFY">Foi meu gostinho do Ironman Cozumel, a tradicional prova que acontece na ilha desde 2009 e passa pelo mesmo trajeto. Posso atestar que o asfalto é de boa qualidade e a paisagem linda <img src='http://corremundo.com.br/corre/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p align="JUSTIFY">Nesta prova eles fazem como eu, com a diferença básica de que dão TRÊS voltas.</p>
<p style="text-align: center;" align="JUSTIFY"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/cozumel31.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1296" title="cozumel" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/cozumel31.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p style="text-align: center;" align="JUSTIFY"><strong>Minha bike nervosa. Até cestinha</strong></p>
<p align="JUSTIFY"><strong>IRONMAN COZUMEL<br />
</strong></p>
<p align="JUSTIFY">São duas provas. A tradicional e a versão 70.3. São realizadas em meses diferentes, e vale classificação para o Iron Hawai do ano seguinte apenas.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>IRONMAN 70.3</strong></p>
<p align="JUSTIFY">Em 2012 será dia 23 de setembro, com 2 mil atletas. A inscrição começa em U$ 300.</p>
<p align="JUSTIFY">Natação: 1.9 km<br />
Bike: 90.1 km<br />
Corrida: 21.1 km</p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/rota70.31.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1299" title="ironman cozumel 70.3" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/rota70.31.jpg" alt="" width="405" height="407" /></a></p>
<p><strong>IRONMAN COZUMEL</strong></p>
<p>Neste ano será dia 25 de novembro. As inscrições abrem no fim do ano anterior e se pulverizam em poucas semanas.</p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/bucktriatleta.blogspot.com_.br_.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1283" title="foto: bucktriatleta.blogspot.com.br" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/bucktriatleta.blogspot.com_.br_-1024x680.jpg" alt="" width="614" height="408" /></a></p>
<p><strong>         Versão &#8220;profissional&#8221; do trajeto. Este é o treinador e triatleta Buck, de Piracicaba</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>APOSTE EM PLAYA DEL CARMEN E TULUM</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 20:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você pesquisou um pouco e descobriu que o oba-oba de Cancun não é exatamente a sua praia, calma, dá para se divertir por lá e com muito mais sossego. O segrego é enxergar Playa del Carmen e Tulum como ponto fixo e não apenas um passeio bate-e-volta. &#160; TULUM   Ruínas maias, mar azul [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você pesquisou um pouco e descobriu que o oba-oba de Cancun não é exatamente a sua praia, calma, dá para se divertir por lá e com muito mais sossego. O segrego é enxergar Playa del Carmen e Tulum como ponto fixo e não apenas um passeio bate-e-volta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TULUM</strong></p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/tulum.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1239" title="tulum" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/tulum.jpg" alt="" width="614" height="461" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ruínas maias, mar azul e areia branquinha. Falta alguma coisa? (neste dia faltou o sol, mas ainda assim é lindo)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tulum significa Muralha, pois a presença de um sistema de segurança a tornou diferente de qualquer outra cidade maia. Originalmente chamava-se Zamá, ou Amanhecer do Sol, e é cenário perfeito de cartão postal. Está longe de ser a cidade mais preservada dos maias, mas sem dúvida contempla a paisagem mais bonita.</p>
<p>Essa construção que se debruça sobre o mar do caribe é o castelo. Eles acreditavam que a cada período de 52 anos, quando terminava o calendário, o mundo poderia acabar. Havia então a celebração do fim e do renascimento, quando novas estruturas eram construídas sobre as antigas, por isso os prédios são compostos por várias fases.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/tulum4.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1245" title="tulum" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/tulum4-1024x768.jpg" alt="" width="614" height="461" /></a></p>
<p><strong>Detalhe de ruína em Tulum. Sem um guia pode passar despercebido</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/tulum5.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1246" title="tulum" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/tulum5.jpg" alt="" width="262" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/tulum6.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1247" title="tulum" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/tulum6-1024x768.jpg" alt="" width="614" height="461" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/tulum7.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1248" title="tulum7" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/tulum7-1024x768.jpg" alt="" width="614" height="461" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Lagarteando em Tulum</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/tulum2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1249" title="tulum" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/tulum2-1024x768.jpg" alt="" width="614" height="461" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/DSC05577_800x600.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1254" title="tulum" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/DSC05577_800x600.jpg" alt="" width="576" height="432" /></a></p>
<p><strong>COMO CHEGAR</strong></p>
<p>Saem ônibus em quase todos os horários de Playa e do aeroporto de Cancun. A partir de Playa leva pouco mais de meia hora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ONDE FICAR</strong></p>
<p>Saindo das ruínas (e de costas para elas), siga para a esquerda. Há uma infinidade de praias e uma fila de taxistas para levá-lo. Uma das que me pareceu mais bacana foi <strong>El Paraíso</strong>.  Se a noite você curte bater perna em lojinhas, entretanto, fique em Playa de Carmen. Há muito mais opções.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/elparaisotulum.jpg"><img class="size-full wp-image-1244 alignleft" title="foto: elparaisotulum.com" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/elparaisotulum.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/DSC05663_600x800.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1255" title="el paraiso" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/DSC05663_600x800.jpg" alt="" width="354" height="388" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Noite e dia em El Paraíso</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PLAYA DEL CARMEN</strong></p>
<p>Ao lado de Cancun, é uma delícia. Fora de temporada o que vi foi muito sossego e preços bons. Mar azul de doer, areia fofa, uma rua infinita de lojas e Cozumel bem à frente.</p>
<p>Maaaas deu para sentir que nas férias escolares americanas aquilo fica insuportável, assim como Cancun.</p>
<p>A 5a Avenida, logo atrás da praia, é o desespero dos maridos: 2km de &#8220;lujinhas&#8221; e mais &#8220;lujinhas&#8221; e restaurantes. Duas lojas de cosméticos gigantescas com preço sem imposto (trata-se de uma área de livre comércio), sendo uma MAC. A outra, bem em frente, vende marcas como Bobbi Brown.</p>
<p>O assédio dos vendedores das lojas menores &#8211; como no México em geral &#8211; é invasivo. Às vezes eu desistia de olhar só por saber a dificuldade em me desvencilhar do vendedor segundos depois.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ONDE FICAR</strong></p>
<p><strong>Bom, bonito e barato</strong>. Estava sozinha e fiquei no <a href="http://www.hostel3b.com" target="_blank">Hostel 3B</a>, MUITO BOM. Limpíssimo, moderno, extremamente bem cuidado. Como era baixa temporada acabei ficando sozinha no quarto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/DSC05555_600x800.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1260" title="restaurante de hotel" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/DSC05555_600x800.jpg" alt="" width="269" height="358" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/stock.xchng_.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1261" title="Playa a noite credito: stock.xchng" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/stock.xchng_-1024x768.jpg" alt="" width="655" height="491" /></a></p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/34173_6520.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1262" title="playa del carmen. foto:www.sxc.hu" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/34173_6520-1024x768.jpg" alt="" width="614" height="461" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/34171_8968.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1264" title="playa del carmen. foto:www.sxc.hu" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/04/34171_8968-1024x768.jpg" alt="" width="614" height="461" /></a></p>
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		<title>Uma estreia em Paris. E um quilômetro pra cada um</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Apr 2012 03:01:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é minha, não. Pelo menos por enquanto. A Jussara, amiga querida de Uberaba, está indo para sua primeira maratona, e como não é boba nem nada escolheu Paris. Na volta, vai contar tudinho em detalhes. Antes de partir, porém, pediu um espaço no blog para deixar um recado às pessoas queridas que a ajudaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial,sans-serif;">Não é minha, não. Pelo menos por enquanto. </span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial,sans-serif;">A Jussara, amiga querida de Uberaba, está indo para sua primeira maratona, e como não é boba nem nada escolheu Paris. Na volta, vai contar tudinho em detalhes. Antes de partir, porém, pediu um espaço no blog para deixar um recado às pessoas queridas que a ajudaram na empreitada.<br />
</span></p>
<p align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial,sans-serif;">Vai, Ju, o frio na barriga é nosso também. Arrasa <img src='http://corremundo.com.br/corre/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </span></p>
<p align="JUSTIFY">&#8220;Não vou dizer que nunca me imaginei correndo uma Maratona&#8230; no começo, não mesmo&#8230; mas depois de um tempo e algumas meias maratonas, acho que é o caminho natural começar a pensar no “grande desafio”. Pra mim ele surgiu primeiro como uma ideia a longo prazo, e eu acabei estabelecendo como meta Berlim, 2013. Estaria a poucos meses de completar 30 anos, já me imaginava mãe e achava que seria uma belíssima comemoração.<br />
Mas a vida não é bem assim. Você faz um plano, Deus faz outros&#8230; ou pelo menos te mostra que para chegar onde você deseja, há vários caminhos possíveis.<br />
2011 não foi um ano fácil&#8230; dentre vários ocorridos, e várias conquistas (precisamos sempre lembrar que elas existiram, né?), acabei ficando afastada da corrida por quase 3 meses, em razão de uma periostite brava que resolveu me pegar de jeito.<br />
Eu achava que nunca mais voltaria a correr. Tinha dor até ao caminhar. Descer escadas e usar salto era algo impossível.<br />
Nessa época descobri a natação e a bike, que me fizeram sobreviver. E acompanhei (obrigada, bike!) cada treino do André pra Maratona de Buenos Aires.<br />
No dia da prova dele, já curada da minha lesão, acompanhei-o por 15km. Foram 7 km no começo e 8 km no fim. Foi naquele dia que eu tive certeza que um dia faria meus 42km. Mas ainda tinha Berlim 2013 como meta.<br />
Foi aí que, ao programar férias para esse ano, decidimos pela Europa e, por que não uns dias em Paris? Quando viajar? Abril, claro! Coincidindo com a Maratona de Paris, era hora de decidir por antecipar ou não os planos.<br />
As prioridades não envolviam corrida, e a Maratona de Paris caiu como uma luva quando eu precisava de uma “fuga”, um objetivo. Conversei com o Dani (treinador), ele disse que tinha medo, por ser um treinamento bem pesado, mas que deixaria eu ir treinando e sentindo a evolução, contanto que eu prometesse não correr os 42km se as coisas não evoluíssem bem. Achei sensato, concordei e comecei a treinar, mas juro, sem acreditar muito que iria realmente fazer a prova&#8230;<br />
Decidi não “anunciar” esse objetivo. Só iria decidir por fazer ou não a prova quando (e se) conseguisse completar meu primeiro treino de 30km.<br />
Ele (o treino chave) foi maravilhoso, e seguido de um relato mais emocionante ainda, vindo de uma pessoa única, que, se já era um exemplo pra mim antes, passou a ser ainda mais (obrigada, seu Willy!!!).</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Hoje embarco pra buscar a coroação desses meses de treinamento e dedicação. E levo comigo a certeza de que uma Maratona não se resume a 42km195m.. é muito, mas muito mais que isso.</strong></p>
<p align="JUSTIFY">Ainda tenho duas semanas até a prova&#8230; alguns treinos de puro polimento, que serão feitos por lá, no intervalo dos passeios, mas tenho certeza de que o mais difícil já foi feito.<br />
Coincidência ou não, a prova será exatamente no dia em que eu completo 3 anos do meu primeiro treino de corrida. Vou levar as lembranças desse dia comigo pra sempre, mas dia 15 de abril de 2012, quando eu estiver prestes a largar, sei que elas estarão ainda mais fortes.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Mas não são só elas que irão comigo..</strong>.<br />
Cada um cria suas estratégias mentais&#8230; a minha será dedicar cada km percorrido a uma pessoa que, de uma forma ou de outra, foi/é importante pra mim no mundo da corrida. Tenho muito mais que 42 pessoas para quem gostaria de dedicar esses quilômetros e sofri para “pinçá-los”.<br />
A ordem em que os amigos estão dispostos é totalmente aleatória, salvo duas pessoas: minha mãe, que vem em primeiro lugar, sempre, pois sem ela nada seria possível na minha vida, e o André, pra quem eu dedico o último quilômetro, aquele mais difícil e mais feliz, no qual ele estará ao meu lado, como sempre esteve e eu tenho certeza que sempre estará, nos momentos mais difíceis e mais felizes. Vocês dois são minha vida! Amo vocês incondicionalmente.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Os outros 40km&#8230;</strong><br />
Aos amigos do Siga o Gordo, a quem todo o agradecimento seria pouco&#8230; em especial ao Júnior (primeiro e grande incentivador, que nos levou para a turma), Djalma, Fabiano, Letícia, Reginaldo, Alessandro, Júlio (baita companheiro, me acompanha nos treinos mesmo quando estou longe!), Fernanda, José Roberto, Erlana, Seu Willy (a pessoa que mais me emocionou nesses treinos!!!) e Mirella (louca igual a mim!!!).<br />
Aos amigos virtuais, que se tornaram reais, e mesmo de longe sempre estiveram tão perto, me apoiando, me “puxando a orelha”, me incentivando&#8230; Debs (um dos maiores presentes que eu ganhei!!!), Carol Borges (sem palavras), Harry (desde os primeiros passos&#8230;), Yara (queridíssima sem tanto!), Colucci (gosto poooouco!!), Rodrigo (posso “frangar” em Paris? Estou orgulhosa pela sua disciplina, e não tenho palavras pra agradecer o apoio nos 32km), Marcel (3h30m no Rio e ganha 2 lanches, hein!), Cássio Politi (exemplo! super admiro!!), Anderson Zacarias (pena que você não vai fotografar essa!!!), Serginho Xavier (sou muito fã&#8230; e aquele comentário sobre a minha postura na USP tem me acompanhado desde então), Apa Alfano (você não imagina como me inspira), Rê Moretti (ver sua força e sua garra em Buenos Aires foi maravilhoso), Rodrigo Montoro (#vamoquevamo) e Juliana Dedé (me fez chorar esses dias&#8230;), Guga Kamei (apoio incondicional durante a lesão, né amiga?), Majo (vizinho mais que querido), Marina Gomes (fofíssima, falando que vai se lembrar de mim quando resolver pagar a promessa que fez de correr uma Maratona se entrasse no Mestrado!).<br />
Aos queridíssimos da Run&amp;Fun, em especial Dani (obrigada por acreditar que eu poderia vencer os treinos!!), Camila (ainda não acredito que você não vai estar lá!!! Sempre tão fofa!!!) e Mário Sérgio (não existe no mundo uma pessoa com um astral tão alto!!!).<br />
À Grazi, por me dar o prazer de ter a companhia de uma atleta de elite de vez em quando nos meus treinos! Admiro demais!!!<br />
Às pessoas maravilhosas que um dia me deram o prazer de ouvir que começaram a correr, dentre outras razões, por verem o meu amor pela corrida, Marília Brasil, Fernando Misson, Marília Cecílio, Miralda, Sandra, Flavinha, Suelo (minha madrinha do coração).<br />
Cada um de vocês terá um pedacinho pelas ruas de Paris!<br />
Aproveito para me desculpar com meus amigos e familiares (especialmente os não corredores) pelo tempo que fui “ausente” e/ou “chata” durante a preparação da Maratona&#8230; a disciplina necessária pra encarar os 42km às vezes (quase sempre) faz isso com a gente&#8230; Amo vocês.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Depois de 42 pessoas maravilhosas, e 42km, acho que mereço que os últimos 195m sejam meus, certo? rsrsrs</strong><br />
<strong>Preparem-se, queridos! Vocês estão prestes a “correr” 42km!</strong><br />
<strong>Que venha a Maratona!</strong>&#8220;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_1227" class="wp-caption aligncenter" style="width: 368px"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/jussara.jpg"><img class=" wp-image-1227 " title="jussara tuma" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/jussara.jpg" alt="" width="358" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Ainda bem que tá todo mundo em forma, então nem vai pesar tanto pra carregar esse povo nas costas, hein, Ju? <img src='http://corremundo.com.br/corre/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p></div>
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		<item>
		<title>Voando sobre a Meia Maratona de Praga</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 15:59:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrida]]></category>
		<category><![CDATA[Praga]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[meia maratona]]></category>
		<category><![CDATA[vista aérea]]></category>

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		<description><![CDATA[Vista aérea da meia maratona, ao som de Smetana. É a música da largada, chamada Vltava &#8211; o nome do rio que corta a cidade. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/praha.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1315" title="praga logo" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/praha-1024x387.jpg" alt="" width="655" height="248" /></a></p>
<p>Vista aérea da meia maratona, ao som de Smetana. É a música da largada, chamada Vltava &#8211; o nome do rio que corta a cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/KCI0MQx_bt8?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		</item>
		<item>
		<title>CVC entra na briga pelos roteiros esportivos</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 14:19:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrida]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[agências]]></category>
		<category><![CDATA[letape]]></category>
		<category><![CDATA[maratonas]]></category>
		<category><![CDATA[maraturismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Maratona de Londres. Com ou sem agência? (foto: divulgação) &#160; A CVC anunciou que entra agora no ramo do esporte, inicialmente com as Maratonas de Santiago (abril), Buenos Aires (set-out), Amsterdã (outubro) e Disney (janeiro). É um mercado que cresce muito e a empresa deve focar nas provas que mais atraem os brasileiros. Vai viajar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/maratona-de-Londres.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1203" title="maratona de Londres" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/maratona-de-Londres.jpg" alt="" width="622" height="417" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Maratona de Londres. Com ou sem agência?</strong> (foto: divulgação)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A CVC anunciou que entra agora no ramo do esporte, inicialmente com as Maratonas de Santiago (abril), Buenos Aires (set-out), Amsterdã (outubro) e Disney (janeiro). É um mercado que cresce muito e a empresa deve focar nas provas que mais atraem os brasileiros.</p>
<p>Vai viajar para correr ou pedalar e quer cotar com agências? Uma listinha para ajudar vocês com as especializadas:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>RENT A TOUR</strong></p>
<p><strong></strong>Maratonas da Disney, Berlin, Two Oceans, Honolulu, Atenas e Los Angeles.<br />
<a href="http://www.rentatour.com.br" target="_blank">www.rentatour.com.br</a><br />
(11) 5581-1400</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>KAMEL</strong><br />
Maratonas de Londres, Nova York, Boston, Chicago, Praga, Miami, Berlim, Paris e outras.<br />
<a href="http://www.turismokamel.com.br" target="_blank">www.turismokamel.com.br</a><br />
(21) 2275-0146</p>
<p>&nbsp;<br />
<strong>X TRAVEL</strong><br />
Maratonas de Istambul, Comrades, Berlim, Paris, Londres, Punta del Este, Buenos Aires (meia-maratona), Paris-Versailhes, Praga, Veneza, Boston e outras. Fazem também triathlon (Pucon, Miami) e algumas rotas de bike.<br />
<a href="http://www.xtravel.com.br" target="_blank">www.xtravel.com.br</a><br />
(11) 2155-6400</p>
<p>&nbsp;<br />
<strong>TRIP EXPRESS</strong><br />
Maratonas de Auckland, Berlim, Roma, Petra, Marine Corps, Honolulu, Atenas, Disney, Triângulo das Bermudas, Antártica, Paris, Boston, Londres, Muralha da China, Estocolmo, Ilha de Páscoa e uma lista grande de outras.<br />
<a href="http://www.accesstrips.com/sports/mountain-biking-tours/" target="_blank">www.tripexpress.com.br</a><br />
(11) 3064-4739</p>
<p>&nbsp;<br />
<strong>SPECIAL TRIP</strong><br />
O forte são os roteiros de bike, como L&#8217;etape e Pinarello Cycling Marathon, entre muitos outros.<br />
<a href="http://www.specialtrip.com.br/" target="_blank">www.specialtrip.com.br</a><br />
(11) 4306-1585<br />
&nbsp;</p>
<p>&nbsp;<br />
<strong>BUTTERFIELD e ROBINSON</strong><br />
O forte também são os passeios de bike. Bom para tentar lugares mais &#8220;exóticos&#8221; como Laos, Myanman, Vietna. Muitos roteiros mais tradicionais também, como Alemanha, Itália, Croácia.<br />
<a href="http://www.butterfield.com.br/ui" target="_blank">www.butterfield.com.br/ui</a><br />
(11) 3071-4590</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SAMPA BIKERS  (pedal)</strong><br />
Grupo experiente com muita rota interessante no Brasil e no exterior. Cunha-Parati, Provence, Rota Romântica (Alemanha), Atacama&#8230;  A lista é grande.<br />
<a href="http://www.sampabikers.com.br/" target="_blank">www.sampabikers.com.br</a><br />
(11) 5517 -7733</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>E você, já viajou com alguma? O que achou?? Deixe sua opinião para ajudar quem está pesquisando</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>PASSEIO IMPERDÍVEL NA CIDADE DO MÉXICO &#8211; MUSEU DE ANTROPOLOGIA</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 00:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mexico]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[cidade do méxico]]></category>
		<category><![CDATA[museu de antopologia]]></category>
		<category><![CDATA[pedra do sol]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Eu diria que este museu faz valer a pena qualquer ida a Cidade do México. O Museu de Antropologia é passeio para pelo menos meio período, e incrível. Criado em 1964, fica no bosque Chapultepec (aliás, se quiser dar uma corridinha lá é o local). São 12 salas na parte plana e a parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/museu-de-antropologia.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1153" title="museu de antropologia" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/museu-de-antropologia.jpg" alt="" width="320" height="455" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu diria que este museu faz valer a pena qualquer ida a Cidade do México. O <a href="http://www.mna.inah.gob.mx/" target="_blank">Museu de Antropologia </a>é passeio para pelo menos meio período, e incrível.</p>
<p>Criado em 1964, fica no bosque Chapultepec <strong>(aliás, se quiser dar uma corridinha lá é o local)</strong>. São 12 salas na parte plana e a parte de etnologia em cima, com roupas, costumes e vida cotidiana dos povos mexicanos. É simples, mas emocionante.</p>
<p>Se tiver pouco tempo, comece pelo lado esquerdo, onde estão as coleções mais valiosas.</p>
<p>Salas que eu destacaria:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>a) Sala de Teotihuacan</strong></p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Teotihuacan</strong> foi a cidade pré-hispânica mais antiga da região do México, de 100 a.C. Caiu por conflitos internos, mas foi extremamente rica. As Pirâmides do Sol, da Lua e da Serpente Emplumada (ano 150) podem ser visitadas &#8211; (calma, é o passeio imperdível número 2, assunto do próximo post). No museu estão os resquícios encontrados nas escavações, especialmente artefatos em obsidiana, rocha vulcânica que serviu para os trabalhos dos habilidosos artesãos e era uma das fontes de riqueza da cidade.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/perpente-emplumada.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1145" title="serpente emplumada" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/perpente-emplumada.jpg" alt="" width="614" height="461" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Serpente emplumada que adornava as pirâmides de Teotihuacan</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>b) Sala Tolteca</strong></p>
<p>População que emergiu depois da decadência de Teotihuacan (anos 750-1200). Objetos começam a ser de metal e há o culto à divindade Quetzalcoatl, formado pela união de um pássaro e uma serpente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/tolteca.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1146" title="toltecas" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/tolteca.jpg" alt="" width="461" height="614" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Deusa da Terra com a cabeça contornada por duas serpentes, colar de mãos cortadas e corações<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>c) Sala Mexica</strong></p>
<p>A &#8220;Monalisa&#8221; do museu está ai &#8211; mas você não precisa brigar com uma delegação japonesa para tirar uma foto &#8211; só um pouquinho de paciência para chegar à disputada Pedra do Sol (erroneamente chamada de calendário Asteca). Essa sala guarda os objetos que marcam o período final das civilizações indígenas do México.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/pedra-do-sol.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1147" title="pedra do sol" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/pedra-do-sol.jpg" alt="" width="580" height="491" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Pedra do Sol, síntese dos conhecimentos de calendários e astrologia na verdade era um altar de sacrifícios<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>d) Costa do golfo</strong></p>
<p>Objetos de 1200 a.C até o século 16, e com expressões bem diferente das demais, muitos deuses e cerimônias. Interessantes os adornos do &#8220;ritual&#8221; jogo bola encontrados em Tajin, outro sítio arqueológico pré-colombiano. Uma ala fora do museu tem alguns murais com a representação do jogo também.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/DSC05426.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1151" title="jogo de bola de Tajin" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/DSC05426.jpg" alt="" width="323" height="430" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Jogador prestes a dar um chute na pelota</strong></p>
<p>&nbsp;<br />
<strong></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As outras salas são dedicadas a: Maya, Oaxaca, Povos do Norte, Povos do Ocidente, Introdução a Antropologia, Mesoamerica, Origens e Pré clássico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/colar.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1154" title="colar" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/colar.jpg" alt="" width="368" height="301" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Arte com conchas imitando dentes</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/painel.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1155" title="painel" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/painel.jpg" alt="" width="538" height="403" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ala externa</strong> <strong>- reprodução do templo maia de Hochob</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/painel2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1157" title="painel2" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/painel2.jpg" alt="" width="491" height="369" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong>Painéis encontrados nas escavações</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/museu.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1158" title="museu de antropologia da cidade do mexico" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/museu.jpg" alt="" width="389" height="587" /></a></p>
<p><strong>Na prática:  O museu abre de terça a domingo das 9h as 19h. Desça no Metro Chapultepec, do bosque.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>DICAS PARA CONHECER OS LENÇÓIS MARANHENSES</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Mar 2012 00:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lençóis maranhenses]]></category>
		<category><![CDATA[maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Guia]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Amaro]]></category>

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		<description><![CDATA[O ROTEIRO O Parque Nacional foi criado em 1981 com 155 mil hectares. A encrenca é grande. Com muita coisa para ver, grandes distâncias, dificuldades de logística e principalmente poucos dias, contratei um guia &#8211; e apareceu um anjo, o Júlio (explico dele ao fim do post). O grande &#8216;problema&#8217; é Santo Amaro &#8211; tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O ROTEIRO</strong></p>
<p>O Parque Nacional foi criado em 1981 com 155 mil hectares. A encrenca é grande.</p>
<p>Com muita coisa para ver, grandes distâncias, dificuldades de logística e principalmente poucos dias, contratei um guia &#8211; e apareceu um anjo, o Júlio (explico dele ao fim do post). O grande &#8216;problema&#8217; é Santo Amaro &#8211; tem as lagoas mais cheias e bonitas, mas fica um pouco fora da rota turística mais comum. E eu tinha apenas 3 dias para os Lençóis.</p>
<p>Júlio nos pegou cedinho em São Luís rumo a Santo Amaro. Prestativo, perguntou se gostaríamos de conhecer as cachoeiras de Morros no caminho. Optamos por seguir em frente. Em Santo Amaro, passeios às lagoas e o grandalhão camarão da Malásia para almoço. À tarde, Espigão e Betânia, onde dormimos. No dia seguinte ele nos deixou em Barreirinhas, onde ficamos por conta própria. Uma tarde para as lagoas e um dia para o passeio pelo rio Preguiças. Hora de voltar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/julio.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1082" title="julio" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/julio-1024x768.jpg" alt="" width="614" height="461" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Foto dos lençóis &#8211; surrupiada do Julio</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para ir por conta própria, </strong>a peregrinação mais que conhecida: Para Santo Amaro, pegue os ônibus da <a href="http://www.cisnebrancoturismo.com.br/" target="_blank">Cisne Branco</a> em São Luís e desça em Sangue. Custa R$ 20 e o primeiro sai às 6h. Agende com algum guia de 4&#215;4 de Santo Amaro para pegá-lo lá.</p>
<p>Para Barreirinhas: partindo de São Luís são 272 km por estradas asfaltadas direto com a Cisne Branco também.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quando ir</strong></p>
<p>A chuva que enche as lagoas começa em dezembro e termina em maio. Junho e julho seriam os melhores meses para encontrar a paisagem &#8220;completa&#8221; e as festas de bumba meu boi. Mas não desanime se só tiver outra época. Fui no começo de dezembro e vi muita água. Depende da quantidade de chuva do ano. Se não tiver sido um ano bom e souber que as lagoas estão vazias, considere outra data. E fora da época a chance é ter as lagoas só para você.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para ter uma ideia, média de chuva mês a mês:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/ecologia.ib_.usp_.br_.gif"><img class="aligncenter  wp-image-1084" title="fonte-ecologia.ib.usp.br" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/ecologia.ib_.usp_.br_.gif" alt="" width="495" height="334" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> 6 COISAS QUE VOCÊ DEVE SABER ANTES DE IR</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 Vai chacoalhar muito</strong></p>
<p>É divertido. Não há caminhos, por isso o guia tem que ser muito bom e saber onde passa. Volta, atola, molha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2  Não olhe muito as fotos</strong></p>
<p><strong></strong> Deixe sua mente limpa para receber o lugar, sem tanta expectativa de fotos cartão-postal. Assim, o impacto é maior. Aliás, acho que isso vale para toda e qualquer viagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3  Esqueça o luxo</strong></p>
<p>Se você precisa de chapinha, secador, maquiagem e banheiro limpo considere outro lugar para as férias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4 Converse com os locais</strong></p>
<p>Além da paisagem aproveite para conhecer pessoas incríveis. Doces, fortes, humildes e lindas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/sa-22.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1068" title="sa (2)" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/sa-22.jpg" alt="" width="254" height="421" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Dona Chagas e Seu Francisco, da Betânia</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5  Não se apague ao nome das lagoas</strong></p>
<p>Elas mudam de acordo com a quantidade de chuvas. Algumas são perenes, outras não. Contrate um guia em que confie: ele vai te levar nas que estiverem mais bonitas. Às vezes é muito melhor ficar em um trecho menos conhecido, que pode ter só você.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6  Encontre o guia certo</strong></p>
<p>Existem várias maneiras de desbravar a região e essa foi a que deu certo para mim.</p>
<p>O Júlio entendeu o espírito da viagem: grana curtíssima. E fez malabarismos para que isso não nos impedisse de ver as coisas mais bonitas. Entre as opções para baratear o custo, uma noite acampado no povoado da Betânia. Foi provavelmente o lugar mais rústico que já estive. E uma daquelas experiências que te transformam para sempre.</p>
<p>Detalhe: ele levou as barracas, montou e passou todo o perrengue junto com a Bruna, a fofa da namorada. Levaram lanches para as paradas do caminho, nos pegaram no aeroporto e deixaram lá na madrugada da volta, nos levaram dar uma volta por São Luís. E o &#8220;pacote&#8221; acertado era apenas para Santo Amaro. Algum dia na vida você já teve um guia assim?</p>
<p>Pelo combinado ele só tinha que nos deixar em Barreirinhas. Mas não. Percorreu tudo atrás de passeios e também nos levou a várias pousadas para encontrar um preço bom &#8211; não arredou pé até conseguir uma bem barata. Quando ele e Bruna foram embora a vontade era de chorar por ter conhecido pessoas tão boas, francas, simples, fortes e íntegras. Raríssimas e inesquecíveis.</p>
<p>Fora que o Júlio claramente faz porque gosta. Conhece trilhas incríveis e roda a região como poucos. Vai por mim, se for para lá, fale com ele: <strong>cesar4x4aventura@hotmail.com</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/juliao1.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1067" title="juliao" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/juliao1.jpg" alt="" width="480" height="270" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Julião enfrentando as cheias</strong></p>
<p align="CENTER"><strong>Dicas muito boas sobre os Lençóis em dois outros blogs:</strong></p>
<p align="CENTER">Turomaquia:<a href="http://turomaquia.com/lencois-maranhenses-indice/" target="_blank"> índice Maranhão</a>, com as delícias de Atins, que eu não conheci</p>
<p style="text-align: center;">E este com fotos maravilhosas sobre a travessia a pé dos Lençóis: <a href="http://www.destinodeviagem.com.br/travessia-a-pe-doa-lencois-maranhenses/" target="_blank">Destino Viagem</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>MARANHÃO &#8211; Lençóis (Barrerinhas e Santo Amaro)</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Mar 2012 19:02:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lençóis maranhenses]]></category>
		<category><![CDATA[maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Barreirinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Caburé]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Santo Amaro]]></category>

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		<description><![CDATA[Já avisei sobre o lugar mais lindo-deslumbrante-espetacular do-mundo os exageros que posso escrever do Maranhão não? Santo Amaro é uma imensidão sem fim de dunas claras e lagoas com peixes &#160; Essa viagem quase não existiu. Foi feita às pressas por conta da filhadaputisse de uma chefe porque eu precisei zerar meu banco de horas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já avisei sobre <del> o lugar mais lindo-deslumbrante-espetacular do-mundo</del> os exageros que posso escrever do Maranhão não?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/santo-amaro1.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1010" title="santo amaro" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/santo-amaro1.jpg" alt="" width="576" height="432" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Santo Amaro é uma imensidão sem fim de dunas claras e lagoas com peixes<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essa viagem quase não existiu. Foi feita às pressas <del>por conta da filhadaputisse de uma chefe</del> porque eu precisei zerar meu banco de horas e a TAM estava com promoção de milhas. Nunca havia pensado no Maranhão, confesso. A conta foi simples: <strong>com o menor número de milhas da promoção, qual o destino mais distante? Era lá.<br />
</strong></p>
<p>Também só não perdi o avião porque o namorado estava na porta de embarque implorando por mais 2 minutos e eu não ia despachar malas. Desci do ônibus no meio da Ayrton Senna e abordei táxis no desespero porque teoricamente eu já tinha perdido o voo. Parou justo um sem gasolina e precisou abastecer. A chegada triunfal ao aeroporto estilo filme pastelão: campeã dos 400m rasos com barreiras e mochila voando.</p>
<p><strong>Às vezes uma viagem que começa errado pode ser a viagem da sua vida</strong>. (Na maior parte das vezes é uma grande furada mesmo &#8211; aliás, preciso contar de Caracas).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Comece por SANTO AMARO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/sa61.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1027" title="sa6" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/sa61.jpg" alt="" width="538" height="358" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong><br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda mais se for “fora de época”, pois a chance de pegar as lagoas ainda com água é maior. E, de fato, a paisagem do Parque Nacional é mais bonita que em Barreirinhas, cidade que as operadoras vendem como sede dos Lençóis.</p>
<p><strong>Santo Amaro x Barreirinhas</strong>: Aos olhos rápidos de quem se perde por não ter referência naquela imensidão pode parecer tudo igual, mas não é. O Parque Nacional nos obriga todo o tempo a submissão do impossível, de saber que não dá para ver tudo. A paisagem nunca é a mesma &#8211; o vento altera as dunas constantemente. Lagoas se vão, como a Emendadas, que capitulou com o excesso de águas em um ano de muita chuva. Agora são outras lagoas, outros batismos. Então, não: não é tudo igual. A cor da areia, da água e o conjunto é diferente em cada parte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em Santo Amaro é tudo mais rústico e tranquilo, e as pousadas oferecem pouquíssima infraestrutura. Gente de vida simples, que você tem vontade de conversar por horas, entender como vivem, o que sabem &#8211; e fatalmente sai da conversa se sentindo a menor das criaturas.</p>
<p><strong>Comece pelo Espigão, onde as dunas estão tomando a vegetação e mudando o curso do rio de cor amarelada. Siga para a linda Lagoa da Gaivota e termine na Betânia</strong>. A comunidade simples e a casa de seu Francisco e Dona Chagas são de emocionar. O senhor de riso fácil e 18 netos tem muita história. Enterros engraçadíssimos, drogas, a tiquira e suas lendas. Tristeza para ele foi ter operado o coração e não poder cantar mais o boi. Tristeza maior foi saber que para pagar a operação precisou vender o terreno da sua casa. Por &#8220;caridade&#8221; (de alguém que pagou migalhas por um terreno no paraíso), ainda mora lá.</p>
<p>O rancho de Seu Francisco na Betânia não revela nada, a princípio. Calma. Entre na canoa e atravesse o rio. Na outra margem há uma matinha, com trilha estreita. É curtíssima. Em 3 minutos estará fora dela. Como eu não sabia o que viria, foi arrebatador: uma das paisagens mais incríveis dos Lençóis, dunas e mais dunas e pequenas lagoas a perder de vista tingidas com aquela cartela de tons inexistentes do pôr do sol. Eu, uma pedra em forma de sorriso plets, nunca fiquei tão emocionada.</p>
<p>Caiu a noite, voltamos para a casa de seu Francisco onde dormimos com o colchão de ar na areia, dentro da barraca. Mesmo sendo dezembro não se passa calor pois o vento é incessante. Durante o dia nas lagoas é lindo ver a suavidade da areia flutuando, traçando linhas nas dunas, passeado rasa e apressada pela paisagem.</p>
<p>(E sim, seu cabelo vai sair Maria Betânia em todas as fotos)</p>
<p>O banho de água fria nessa poesia toda foi dado de caneca, com água de poço, fora da casa. Meu cabelo estava cheeeeio de areia de um dia todo rolando nas lagoas. Os homens tomaram banho no rio (muito melhor, excetuando-se a existência das sucuris, também contadas e mostradas por seu Chico). Não, você não precisa passar por isso, eu é que estava economizando o dinheiro da pousada mesmo. Mas faria tudo de novo, e não pelo dinheiro <img src='http://corremundo.com.br/corre/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Dia seguinte, tapioca da dona Chagas e Barreirinhas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/IMG_3272.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1022" title="espigao e suas águas amareladas" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/IMG_3272.jpg" alt="" width="614" height="410" /></a><strong></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Espigão: águas amareladas e as dunas mudando o curso do rio<br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/IMG_3371.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1023" title="betania" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/IMG_3371.jpg" alt="" width="553" height="369" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>X<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/santo-amaro11.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1025" title="santo amaro" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/santo-amaro11.jpg" alt="" width="560" height="420" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Lagoa da Gaivota na cheia (foto do guia Julio)<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong></strong><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/sa7.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1040" title="sa7" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/sa7.jpg" alt="" width="645" height="430" /></a><strong></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Prainhas de água de chuva</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/IMG_3388.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1030" title="IMG_3388" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/IMG_3388.jpg" alt="" width="614" height="410" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Pela manhã, criançada se preparando para a escola. Escovar os dentes e banho &#8220;demorado&#8221;<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>BARREIRINHAS</strong></p>
<p>De Santo Amaro a Barreirinhas são mais 4 horas. Lá o turismo é agressivo e chato, mas tem mais estrutura.<br />
No horário em que chegamos não havia mais passeios e a cidade estava praticamente vazia. Fomos de quadriciclo conhecer algumas lagoas mais próximas. Em todo o trajeto, nem uma alma. Naquela época havia passeios regulares com o veículo mas eles foram proibidos ano passado devido aos abusos. Eu não teria feito se houvesse outra opção para aquele dia, meu único em Barreirinhas. Não posso dizer que vi irresponsabilidades (éramos as únicas almas lá, junto com o guia), mas a gente sabe o que acontece.</p>
<p>O guia espertinho levou uma companhia, então em determinado momento ele nos deixou em uma lagoa e se foi. Aquele lugar lindo e mais ninguém no mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/qdr7.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1036" title="qdr7" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/qdr7.jpg" alt="" width="622" height="415" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Destreza e habilidade: não trabalhamos</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/qdr91.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1038" title="qdr9" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/qdr91.jpg" alt="" width="614" height="410" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/qdr.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1039" title="qdr" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/qdr.jpg" alt="" width="622" height="415" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Passeio do Rio Preguiças</strong></p>
<p>É o clássico de quem está em Barreirinhas, além das lagoas. Passa por Vassouras (pequenos lençóis, grandes dunas), Mandacaru (pequena comunidade com um farol) e Caburé. Tristeza, não conheci Atins. Em Caburé gostaria de passar uma noite, mas sei que as pessoas tem opiniões diferentes sobre a &#8216;ilhota&#8217;. O passeio é interessante, mas nada imperdível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/pass2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1043" title="pass2" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/pass2.jpg" alt="" width="538" height="358" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Vassouras e seus macaquinhos bravos (tenho uma teoria de que eles são perigosos e querem roubar seu dinheiro &#8211; fingindo querer comida)<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/IMG_3710.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1044" title="IMG_3710" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/IMG_3710.jpg" alt="" width="538" height="358" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Simplicidade de Caburé. Uma micro faixa rústica entre rio e mar, com mangue. Eu gostei.<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>MARANHÃO – São Luís e Alcântara</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Feb 2012 00:39:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alcantara]]></category>
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		<description><![CDATA[Aviso: os posts do Maranhão podem conter muitos exageros porque esta viagem é espetacular. “A maré enche tudo. A vista, a memória, os corpos”   Becos famosos da história de São Luís. O primeiro indica o local de despejo dos nobres dejetos. O de baixo, dos escravos, cuja alimentação era em grande parte composta de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aviso: os posts do Maranhão podem conter muitos exageros porque esta viagem é espetacular.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>“A maré enche tudo. A vista, a memória, os corpos”</strong></p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_2699.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-943" title="becos famosos sao luis" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_2699.jpg" alt="" width="400" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Becos famosos da história de São Luís. O primeiro indica o local de despejo dos nobres dejetos. O de baixo, dos escravos, cuja alimentação era em grande parte composta de caranguejo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SÃO LUÍS do tambor de crioula, do bumba-meu-boi, da colonização francesa, portuguesa, do guaraná  Jesus e das radiolas</strong></p>
<p>Do Patrimônio Cultural da Humanidade o que resta intacto mesmo é o coletivo de baratas. Seriam 4 mil construções dos séculos 18 e 19. Estão pouco preservadas, infelizmente, a maior parte em estado de miséria. <strong>É decadente, mas lindo.</strong></p>
<p>Entendo que a parte &#8216;nova&#8217; de São Luís seja muito mais agradável para hospedagem da maior parte dos turistas, mas o centro histórico (Reviver) é vivo e vibrante como a cultura do Maranhão. E seus moradores são doces, gentis, e as radiolas tocam reggae com traduções amalucadas (o bar em frente ao albergue chamava FM Natty Nayfson. Acho que isso explica muita coisa).</p>
<p>Se tiver um dia inteiro muito ativo dá conta de ver as coisas mais importantes, mas dois dias seria o ideal. E depois mais um para Alcântara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_2748.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-954" title="restaurante antigamente reviver - felipe campos" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_2748-1024x683.jpg" alt="" width="614" height="410" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Restaurante Antigamente</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_2840.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-955" title="ruas de sao luis - felipe campos" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_2840.jpg" alt="" width="387" height="581" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ruas do Reviver</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_2742.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-959" title="mercado praia grande" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_2742-1024x683.jpg" alt="" width="574" height="382" /></a><strong></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Tiquiras (de mandioca brava) e cachaças (de cana) no Mercado Praia Grande</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ONDE COMER</strong><br />
Almoço – o restaurante do <strong>Senac</strong> no Reviver é caro, mas bom<br />
O <strong>Antigamente</strong> (no Reviver) – tem um Arroz do Mar delicioso. Para mim, inesquecível por ter reunido pessoas adoráveis que conheci em épocas e lugares tão diferentes da minha vida quase por coincidência. Ou sincronicidade, como diria um desses amigos à mesa<br />
<del><strong>Porto Maracangalha</strong> – e o já famoso pastel de carne com geleia de pimenta (eles vendem potinhos com a geleia, um ótimo presente). Fica na Avenida Litorânea 3, Ponta d´areia</del> (FECHOU). <strong>A indicação agora é o <a href="http://www.cabanadosol.com.br" target="_blank">Cabana do Sol </a>e o bar Estrela Dalva</strong> (com destaque para o caranguejo, como me avisou o amigo Rocha).<br />
<strong>Lagoa da Jansen</strong> – Bares e restaurantes descoladinhos<br />
<strong>Sorveteria Elefantinho</strong> na Lagoa da Jansen – É bem simples mas vive cheia. Para quem é de lá, tem gosto de infância por ser uma das mais antigas da cidade (Dica do Gustavo, amigo ludovicense que conheci na África do Sul)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_27431.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-972" title="mercado praia grande" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_27431-1024x566.jpg" alt="" width="491" height="272" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>NOITE</strong><br />
<strong>Bar do Nelson</strong> na praia do Calhau – reggae todo sábado<br />
<strong>Chama Maré</strong> – barzinho de reggae na praia da Ponta-d&#8217;areia. Funciona aos domingos de frente para o mar e tem início antes do pôr do sol (o mais bonito de São Luís). Se der sorte ainda pode ver no dia uma roda de tambor de crioula (outra dica do Gustavo)<br />
<strong>Odeon</strong> (no Reviver) – misto de barzinho, música e arte<br />
<strong>Chez mois</strong> (no Reviver) – barzinho de musica eletrônica e rock</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE VER</strong><br />
Sexta às 18h tem <strong>Tambor de Crioula no mercado Praia Grande</strong> (Casa das Tulhas). Prove lá também a tiquira, aguardente de mandioca brava.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Palácio dos Leões</strong> – Sede do governo. Visitas guiadas segundas, quartas e sextas das 14h às 17h.  Ao lado fica o <strong>Palácio Ravardiére</strong>, Prefeitura de São Luís, construção de 1689 onde funcionava Câmara e Cadeia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_27782.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-971" title="palacio dos leoes -felipe campos" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_27782-1024x683.jpg" alt="" width="614" height="410" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Igreja da Sé</strong> – Altar mor tombado pelo Patrimônio Histórico. Foi construída pelos jesuítas no século 17 em homenagem a Nossa Senhora da Vitória que apareceu na Batalha de Guaxenduba para proteger os portugueses em minoria contra os franceses.</p>
<p><strong>Fonte do Ribeirão</strong> – De 1796, com três janelas e cinco carrancas esculpidas em pedra, é cercado de lendas. Dizem que há uma serpente por baixo de todo o Centro Histórico. A cabeça está nesta fonte, a barriga na Igreja do Carmo e a cauda na Igreja São Pantaleão. Ela continua crescendo e quando cabeça e cauda se encontrarem haverá a destruição da cidade.</p>
<p><strong>Teatro Arthur de Azevedo</strong> – Bela construção de 1817 um dos mais antigos do país. Visitação de terça à sexta das 15h às 17h se não houver peças. Quando fui estavam em montagem e não pude conhecer por dentro.</p>
<p><strong>Casa do Maranhão</strong> – Museu folclórico (o mais completo, na minha opinião) próximo ao trapiche onde saem as lanchas para Alcântara. Muito sobre o lindo bumba-meu-boi.<strong></strong> Fantasias, adereços e a história dos diferentes sotaques. Embaixo uma pequena loja. Terça à sexta das 9h às 19h e sábado, domingo e feriado até às 18h.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/casa-maranhao.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-945" title="casa maranhao - felipe campos" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/casa-maranhao-1024x683.jpg" alt="" width="502" height="335" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/casa-maranhao1.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-946" title="casa maranhao1 -felipe campos" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/casa-maranhao1-1024x683.jpg" alt="" width="574" height="382" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Fantasia parte do enredo do bumba-meu-boi maranhense</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Casa de Nhozinho</strong> – Bem pequeno. Quando fui havia guias muito atenciosas, o que foi ótimo. Nhozinho foi um artesão que mesmo com as mãos atrofiadas por uma doença continuou a fazer belas miniaturas.  O museu retrata a vida do povo maranhense: pesca, cerâmica, buriti. Aquela frase do começo do post sobre a maré é de um poema de lá. Terça a domingo das 9h às 19h.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/casa-de-nhozinho.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-947" title="casa de nhozinho" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/casa-de-nhozinho-1024x683.jpg" alt="" width="393" height="262" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Miniaturas de Nhozinho</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho (Casa de Festa) –</strong> Um sobrado com roupas e adereços das religiões e tradições do Maranhão:  bumba-meu-boi, tambor de mina (candomblé), tambor de crioula, Festa do Divino e Carnaval. Segunda a sexta das 9h às 18h.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/sao-jose-do-desterro.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-968" title="sao jose do desterro" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/sao-jose-do-desterro-683x1024.jpg" alt="" width="354" height="531" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Igreja de São José do Desterro (fica perto do convento das mercês)<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_3082.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-974" title="IMG_3082" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_3082-1024x683.jpg" alt="" width="614" height="410" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Igreja Nossa Senhora dos Remédios, de 1719, a única da cidade com influência do estilo gótico</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ALCÂNTARA</strong></p>
<p><strong>Da Zinha, dos quilombolas, do riso e da dor</strong></p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/sao-matias.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-948" title="sao matias" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/sao-matias-1024x683.jpg" alt="" width="614" height="410" /></a>Ruínas da Igreja de São Matias</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O casario antigo indica o passado da aristocracia rural do Estado. A cidade foi fundada pelos portugueses em 1648 e em 1948 foi tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional. Teve breves momentos de auge com algodão e açúcar, mas foi abandonada pelos fazendeiros e ocupada por escravos e pequenos camponeses.</p>
<p>O melhor lugar para almoço é a <a href="http://www.belavistapousada.com/brazil/descrizione.html" target="_blank">Pousada da Zinha</a>.  Pegue as caminhonetes de transporte pois fica um pouco distante para ir a pé.<br />
Zinha é artista plástica e cozinha como poucos. Provar sua moqueca de peixe voador e relaxar nas redes na piscina ou em uma das casas nas árvores é uma delícia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_3006.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-949" title="casa na arvore - felipe campos" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_3006-1024x683.jpg" alt="" width="614" height="410" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Você pode se hospedar na Casa da Árvore. Mas o banheiro fica embaixo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alcântara tem muitas construções históricas espalhadas e uma expressiva comunidade com uma vida sofrida depois da criação do Centro de Lançamento (CLA) da Aeronáutica. Dos cerca de 20 mil habitantes a maioria é descendente de quilombolas e índios.</p>
<p>Uma das coisas mais curiosas que encontrei na cidade são os <strong>guarás</strong>. Não as aves (elas também), mas o dinheiro próprio que essas comunidades utilizam. Nos anos 1980, com o estabelecimento do CLA as famílias tiveram que se estabelecer em agrovilas administradas pela Aeronáutica e o dinheiro foi criado em 2007 como parte do projeto.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/guara.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-950" title="guara dinheiro quilombola " src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/guara-1024x565.jpg" alt="" width="614" height="339" /></a><strong>Quanto custa? 10 guarás. Dinheiro oficial de Alcântara<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_2932.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-977" title="ruinas" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_2932.jpg" alt="" width="410" height="614" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_2941.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-978" title="casario" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_2941-1024x683.jpg" alt="" width="614" height="410" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_2944.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-979" title="igreja do carmo - felipe campos" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_2944.jpg" alt="" width="410" height="614" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Igreja do Carmo (acima)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_2964.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-980" title="IMG_2964" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_2964-1024x683.jpg" alt="" width="581" height="387" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/merces.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-981" title="merces - felipe campos" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/merces-1024x683.jpg" alt="" width="614" height="410" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Antiga capela das mercês (acima)</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_3016.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-982" title="ruinas - felipe campos" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/02/IMG_3016-1024x683.jpg" alt="" width="614" height="410" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não vá embora sem provar o doce típico, uma espécie de queijadinha de coco em forma de tartaruga chamado de <strong>doce de espécie.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO CHEGAR</strong></p>
<p>Os barcos para lá saem do terminal às 7h e às 9h30, e voltam à São Luís às 8h30 e 16h. A viagem dura uma hora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MAIS INFOS:  </strong>A Turomaquia tem uma série excelente sobre o Maranhão: <a href="http://turomaquia.com/lugares-para-visitar-ou-nao-em-sao-luis-do-maranhao/" target="_blank">aqui </a>e <a href="http://turomaquia.com/alcantara-mais-do-que-um-bate-e-volta/" target="_blank">aqui</a></p>
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