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	<title>Corre Mundo &#187; Ouro Preto e Mariana</title>
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	<description>Corrida, viagem e histórias.</description>
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		<title>Ouro Preto &#8211; Jazz, gastronomia e pedal</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 20:40:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ouro Preto e Mariana]]></category>
		<category><![CDATA[Pedal]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Volto para casa, como sempre, com pernas de escrava açoitada e coração cheio. (post gigante!) &#160; OURO PRETO Pela terceira vez posso dizer: fui feliz em Ouro Preto. Caminhar por aquelas ladeiras é sempre uma experiência mágica de volta ao tempo. Quando chegamos encontramos as ruas, tão antigas e históricas, tomadas pelos jovens das repúblicas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/inconf.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-597" title="inconfidencia" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/inconf-1024x682.jpg" alt="" width="614" height="409" /></a></p>
<p>Volto para casa, como sempre, com pernas de escrava açoitada e coração cheio. (post gigante!)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OURO PRETO</strong></p>
<p>Pela terceira vez posso dizer: <strong>fui feliz em Ouro Preto</strong>. Caminhar por aquelas ladeiras é sempre uma experiência mágica de volta ao tempo. Quando chegamos encontramos as ruas, tão antigas e históricas, tomadas pelos jovens das repúblicas.</p>
<p>- Por que é mesmo que eu não pensei em fazer faculdade aqui? &#8211; perguntei, e revi aquilo que eu fora, só que pelas ruas sem charme da cidade-lanche (Bauru).</p>
<p>Eu nunca havia notado, por exemplo, como o <strong>Museu da Inconfidência, na Praça Tiradentes, fica muito mais bonito à noite</strong>, assim como a cidade toda, sem os turistas, máquinas em punho, afoitos pelas melhores fotos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fiquei no albergue <a href="http://www.osorrisodolagarto.com.br/ouropreto/portugues/" target="_blank">O Sorriso do Lagarto </a>e não recomendo o quarto de casal sem banheiro. Dei uma olhada nos outros quartos e eram melhores, mas o banheiro coletivo desse era intragável. A suite de casal parecia bacana e o albergue ainda fica perto da Praça Tiradentes, já na saída para Mariana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Festival Tudo é Jazz</strong>: Só deu para curtir mesmo no domingo. Sábado estava muito cheio e o som não funcionou adequadamente. Quem ficava lá trás não ouviu quase nada da Madeleine Peyroux.</p>
<p>Domingo havia menos gente, o som estava melhor e deu para sentar nas escadarias próximas à igreja do Rosário, tomar um vinho e aproveitar a noite gostosa. Perfeito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Lugar onde fui feliz</strong>: Restaurante <a href="http://www.opassopizzaria.com.br/" target="_blank">O Passo</a>. Um dos lugares mais animados da cidade. Uma pizza deliciosa, refinada e nada cara. Experimentei a Quatro Funghis (Shitake, Shimeji, Champignon de Paris e Champignon) e a Coppola (Mussarela de Búfala, Tomate, Presunto Parma e Manjericão) &#8211; a última realmente deliciosa, com um tomate (!!) incrível. Para acompanhar, um shiraz.</p>
<p>Como a pizza grande não matou a fome resolvemos pedir um carpaccio de salmão com mostarda e pimenta rosa (sim, que idéia de jerico comer peixe em Ouro Preto! &#8211; mas valeu muito) e estava ótimo também.</p>
<p>O restaurante fica em um casarão antigo muito interessante, perto da Ponte dos Contos. É fácil achar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Museus e monumentos:</strong> Não dava muita coisa pro <a href="http://www.oratorio.com.br/" target="_blank">Museu do Oratório </a>, mas entrei e paguei a minha boca. É muito interessante, barato (R$ 2) e abriga uma primorosa coleção. Adorei os <a href="http://www.museudooratorio.com.br/port/colecao_lista.asp?id_categoria=2&amp;id_subcategoria=5" target="_blank">oratórios-bala</a>, que imitavam balas de cartucheira e eram práticos para levar nas longas viagens. Fica ao lado da Igreja do Carmo.</p>
<p>De resto, em Ouro Preto, é se perder pelas construções maravilhosas. Visite os museus da Inconfidência, da Ciência, Casa dos Contos e do Aleijadinho; as igrejas do Pilar, Nossa Senhora da Conceição e S. Francisco de Assis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>BIKE</strong></p>
<p>Agora já são três estados brasileiros onde eu deixei minha epiderme em tombos homéricos de bike: RJ, SP e MG, graças ao pessoal do grupo <a href="http://mountainbikebh.com.br/" target="_blank">Mtb BH</a>, que foi de uma gentileza só, providenciando bikes chiquérrimas (a inesquecível Pluminha) e mostrando um pedal lindo.</p>
<p>Não sei se interessam detalhes sórdidos, mas lá pelos 20 e tantos km eu cai e fui atropelada pelo amigo que vinha atrás. Cinco minutos depois, a gancheira desse mesmo amigo quebrou e desabou um temporal absurdo, dando fim ao nosso pedal na trilha Quilombo, que sai do parque <a href="http://www.ouropreto.org.br/port/listaitacolomi.asp" target="_blank">Itacolomi</a> (Mariana) e chega ao distrito de Lavras Novas, passando pela linda represa do Custódio (detalhes na matéria da VO2).</p>
<p>Lição: nunca acredite quando um mineiro disser que &#8220;quase não tem subida&#8221;. SÓ VAI TER MORRO&#8230;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MARIANA</strong></p>
<p>Triste, mas a cidade de Mariana me fez perder a paciência, que em geral é generosa quando fora de casa. Descaso total de governo e população com jóias da época colonial. <span style="text-decoration: line-through;">Assim que sair a matéria que fiz para o UOL eu coloco o roteiro explicadinho</span>. É fácil andar na cidade e não são muitos monumentos e igrejas. Não vale a pena dormir lá, fique em Ouro Preto mesmo. A matéria do UOL está <a href="http://viagem.uol.com.br/guia/cidade/mariana_index.jhtm" target="_blank">aqui</a> e as fotos você pode ver <a href="http://viagem.uol.com.br/album/guia/mariana_album.jhtm" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://www.minasdapassagem.com.br/intpor.html" target="_blank">Mina da Passagem</a></strong>: Fica em Passagem de Mariana, entre Ouro Preto e Mariana, a poucos minutos das duas cidades. É um passeio caro (R$ 24) mas bom se você enjoar de ver igrejas e artesanato em pedra sabão.</p>
<p>Cogitei passar mal na descida para a mina e precisei respirar fundo umas três vezes, enquanto calculava o tempo necessário para me tirarem dali se eu tivesse um treco. Achei melhor ficar boa logo. Quando você desce do carrinho e começa a caminhar pelos corredores a sensação melhora, mesmo estando há 120 m da superfície.</p>
<p>Muitos mergulham na mina, pelos labirintos que foram inundados. Naquele breu, por corredores estreitos? Não é para mim, não. Se interessar, as empresas <a href="http://www.divetrek.com.br/divegold/operacao.asp" target="_blank">divetrek</a> e <a href="http://www.scubapoint.com.br/scubapoint/portugues/turismo/nacional/mina_passagem.aspx" target="_blank">scuba point</a> te levam.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>IMPAGÁVEL</strong></p>
<p>Descobrir POR ACASO que seu vôo é meia hora antes do que você pensava quando você já está mega atrasada e muito longe do aeroporto, descer do ônibus correndo, pegar um taxi, rodar 40 km e chegar a tempo não tem preço!</p>
<p>(Essa vida de último segundo já está demais até para mim)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/IMG_0476.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-599" title="IMG_0476" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/IMG_0476-1024x682.jpg" alt="" width="614" height="409" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/IMG_0485.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-600" title="IMG_0485" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/IMG_0485-1024x682.jpg" alt="" width="614" height="409" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/licor.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-601" title="licor" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/licor.jpg" alt="" width="409" height="614" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/mina.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-602" title="mina de mariana" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/mina-1024x632.jpg" alt="" width="614" height="379" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/pizza1.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-604" title="pizza" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/pizza1-1024x682.jpg" alt="" width="614" height="409" /></a></p>
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		<title>Ouro Preto de outro carnaval&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 04:57:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Ouro Preto e Mariana]]></category>
		<category><![CDATA[Peripécias]]></category>
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		<description><![CDATA[Preciso fazer um parênteses na saga África do Sul (logo dou as dicas de turismo e coloco o vídeo do mergulho com tubarões, + as provas Cape Epic, Two Oceans e Comrades). Vou para Ouro Preto amanhã e lembrei da minha última vez lá, no Carnaval 2008. Para quem não conhece, é maravilhoso. Não o carnaval das micaretas fechadas, que também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/quadros.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-674" title="quadros" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/quadros.jpg" alt="" width="277" height="344" /></a></p>
<p>Preciso fazer um parênteses na saga África do Sul (logo dou as dicas de turismo e coloco o vídeo do <strong>mergulho com tubarões</strong>, + as provas Cape Epic, Two Oceans e Comrades).</p>
<p>Vou para Ouro Preto amanhã e lembrei da minha última vez lá, no <strong>Carnaval 2008</strong>. Para quem não conhece, é maravilhoso. Não o carnaval das micaretas fechadas, que também insistem em acontecer, mas a festa dos blocos de rua, aberta, <strong>subindo com uma alegria que não cabe em si aquelas ladeiras históricas tão lindas e vivas</strong>, recebendo de braços abertos a água que os moradores jogam das sacadas para refrescar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Porém, à parte toda essa beleza e alegria, eu e minha amiga não estávamos dispostas a pagar caro para ficar nas repúblicas, que alugam <span style="text-decoration: line-through;">pedaços no chão para você jogar seu colchonete</span> vagas, sendo que as mais baratas ficam onde Tiradentes perdeu as botas, lá perto da Universidade.</p>
<p>Nesse momento eu tenho uma das minhas brilhantes idéias: <strong>vamos alugar um carro lá e dormir nele</strong>. Gastaríamos pouco e ficaríamos no centro. Per-fei-to. Já na rodoviária de BH conhecemos um hippie louco (pleonasmo) que ficou com dó e nos convidou para ficar na casa em que ele estava. Quando um hippie tem dó de você, meu caro, é porque a coisa tá feia mesmo. Recusamos gentilmente e seguimos nosso plano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>OBS interessante: Encontrei esse hippie (o Barba), meses depois, na rodoviária de Campinas. Ele me mostrou o comprovante da Caixa Econômica – <strong>havia ganho 300 mil reais na Lotofácil ou Lotomania, não sei</strong>. Ia comprar uma casa para ter o aluguel de renda e continuaria vivendo como hippie. Quem disse que eles não acreditam em capitalização fácil, né?</p>
<p>Voltando a Minas: Em frente à rodoviária de Ouro Preto tem uma locadora. Alugamos o Palio mais barato (30 dia/cabeça). Deu dó quando o vendedor perguntou se queríamos km livre.  Não, nós definitivamente não iamos rodar muito&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Escolhemos uma igreja para estacionar.</p>
<p><strong>– Deus ta olhando, pensava comigo mesma, para sossegar.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alguns amigos nos garantiam banhos diários, porque higiene não estava em discussão, mas uma coisa ainda seria um problema: devolveríamos o <strong>carro-lar</strong> na segunda de carnaval, mas só iríamos embora na terça (e a locadora estaria fechada). Devolvemos o carro e seguimos com nossos pulos de festa, sem pensar muito sobre o que aconteceria depois.</p>
<p>Naquela noite choveu muito e as ruas ficaram vazias. Tínhamos feito amizade com a dona de um restaurante e ficamos a noite toda ajudando-a. Lá dentro virou uma festa, pois todo mundo entrava, fugindo da chuva.</p>
<p>Lá pelas 2h da manhã ela fechou o estabelecimento. Naquele momento caiu nossa ficha de que estávamos literalmente na rua. Não que nossos pais tivessem nos criado para isso&#8230;. <strong>Eu venho, inclusive, de uma família bem neurótica.</strong></p>
<p>Nem tínhamos terminado de dizer a frase, passou um carro. Perguntaram onde estávamos hospedadas. <strong>– Na rua,</strong> respondemos<strong>.</strong> – Ha-Ha-Ha, fala sério. Falamos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Convidaram então para dormir na república em que eles estavam. Fomos. Sim, era lá onde Tiradentes perdeu as botas. Mas todos eram muito gentis. Minha amiga, inclusive, namorou por bons meses um deles, do Rio. Detalhe: ela mora em Curitiba.</p>
<p>Queridos, vocês namorariam uma menina que mora a quilômetros de distância e que você tenha literalmente a tirado da rua? E, mais do que isso, conhecido no Carnaval de Ouro Preto? Pois é, eu falo que já vi de tudo nessa vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enfim. Deu tudo certo. Como sempre, meu anjo é 10. Acho que ele estava feliz por estar em Minas também, como eu sempre fico&#8230; <img src='http://corremundo.com.br/corre/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>(Mãe, dessa vez eu tenho onde dormir, ta?) rsrssr</strong></p>
<p><strong>Ah, estou indo para o Festival de Jazz + matéria sobre Mariana + matéria de pedal. Conto tudo depois!</strong></p>
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