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	<title>Corre Mundo &#187; África do Sul</title>
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	<description>Corrida, viagem e histórias.</description>
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		<title>PEDAL NA ÁFRICA DO SUL</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 15:56:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Quem não pedala horrores a ponto de fazer o Cape Epic e tá com dinheiro sobrando pode tentar os Day Trippers, um grupo que faz o mesmo trajeto do Epic mas com regalias. Como uma van segue junto, é subir e pedir arrego ao Steve quando cansar ou não quiser encarar uma das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/IMG_0020.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-662" title="day trippers - marina gomes" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/IMG_0020-1024x682.jpg" alt="" width="614" height="409" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem não pedala horrores a ponto de fazer o Cape Epic e tá com dinheiro sobrando pode tentar os <a href="http://www.daytrippers.co.za/index.php" target="_blank">Day Trippers</a>, um grupo que faz o mesmo trajeto do Epic mas com regalias. Como uma van segue junto, é subir e pedir arrego ao Steve quando cansar ou não quiser encarar uma das subidas mais insanas. Está cerca de R$ 3 mil por pessoa (praticamente o dobro do Epic).</p>
<p>Os Day Trippers não dormem nos acampamentos, normalmente ficam em pousadas ou hotéis. É o maior inconveniente pois além de ajudar a salgar o preço, acaba separando as pessoas a noite. (A maioria dos Trippers são mulheres acompanhando namorados e maridos do Epic).</p>
<p>Não que alguém esteja em condições de pensar em fazer qualquer coisa a noite, mas&#8230;.</p>
<p>Além do Cape Epic, a empresa faz uma série de outros passeios por Cape Town e arredores, seja de um dia ou pequenas viagens. Dá até para encarar os 450 km da <a href="http://www.gardenroute.co.za/" target="_blank">Garden Route</a>. Steve, o dono, cuida da empresa com a sua mulher e os dois são animadíssimos. Pra quem não quer se aventurar sozinho pelo país, certamente é a melhor opção.</p>
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		<title>CAPE EPIC – CRUZANDO A ÁFRICA DO SUL</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 16:28:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
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		<category><![CDATA[bike]]></category>
		<category><![CDATA[Cape Epic]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu acredito profundamente que quem participa de uma prova como o Cape Epic é meio maluco. Doido varrido. Mesmo assim eu incentivo todo mundo a participar e sempre vibro com cada brasileiro lá. A boa notícia é que depois de dois anos consecutivos cobrindo a prova digo que ela está bem mais civilizada. Em 2008 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acredito profundamente que quem participa de uma prova como o <a href="http://cape-epic.com/" target="_blank">Cape Epic</a> é meio maluco. Doido varrido.</p>
<p>Mesmo assim eu incentivo todo mundo a participar e sempre vibro com cada brasileiro lá.</p>
<p>A boa notícia é que depois de dois anos consecutivos cobrindo a prova digo que ela está bem mais civilizada. Em 2008 a contabilidade dos &#8220;estragos&#8221; ao fim do dia era bem mais cruel. Ainda assim, não espere moleza. São 722 km e quase 15 mil metros de subidas acumuladas.</p>
<p>Entre os dois anos, mais mudanças: um dia a menos de prova, menos quilometragem e a permanência de mais dias em cada vilarejo. Neste ano serão até três noites em cada acampamento e um contra-relógio. Perde muito em charme (acordar cada dia em um lugar diferente), mas para os ciclistas é sinônimo de descanso extra, sempre bem-vindo.</p>
<p>Na última edição, um recorde de brasileiros. Ao todo, éramos 40, contando duplas na corrida, voluntários, imprensa e Epic Trippers. <strong>Foi a primeira vez que brasileiros subiram ao pódio do Epic. A maior festa verde-amarela quando Dudu Soares e Daniel Aliperti chegaram em terceiro no master. </strong> Até então, a entrega de prêmios durante o jantar era uma cerimônia insossa e quase tediosa, até que “os brasileiros ensinaram ao mundo como é que se celebra”, nas palavras de Terry Kobus, da organização de mídia (o cara que pacientemente nos levava todos os dias para percorrer o mesmo trecho que os atletas – mas chacoalhando confortavelmente em uma Toyota).</p>
<p>Esse ano até a Globo estava lá (mas por razões suspeitíssimas). Veja o vídeo do Esporte Espetacular que causou o maior rebuliço por não mostrar os brasileiros do pódio <a href="http://www.youtube.com/watch?v=hYIAxyZrQCk" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>JOGO RÁPIDO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quanto treinar</strong><br />
A prova será entre os dias 20 e 27 de março. Treino forte específico entre seis e oito meses. É bom ter feito alguma das rotas difíceis no Brasil, como o Caminho do Ouro (Diamantina/Ouro Preto a Paraty) ou o Caminho da Fé, de Tambau a Aparecida, por exemplo. A Serra da Canastra também foi citada como um bom lugar de treinos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que levar</strong><br />
Lanterna de cabeça, saco de dormir, cadeados e pouquíssima bagagem, pois você terá que fazer tudo caber dentro de uma única mala. Há serviço de lavanderia todos os dias e o preço não é abusivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que vai comer</strong><br />
Na inscrição já está incluso o café da manhã e o jantar, tudo devidamente apimentado, como manda a culinária local e para desespero de alguns competidores.</p>
<p>O <strong>café da manhã</strong> é composto por: chafé (um terror), ovos mexidos com lingüiça, pão, queijo, frutas e cereal. O iogurte deles é maravilhoso.</p>
<p><strong>Almoço</strong>: barraquinhas no acampamento. Não dá para fugir muito dos chamados Boerewors Roll, um cachorro-quente de lingüiça (apimentada, pra variar, e às vezes com gosto de canela).</p>
<p><strong>Jantar</strong> (servido às 18h): macarrão, batata, frango, frango, frango, frango, frutas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para dormir</strong><br />
Você até tem a opção de pagar (bem mais) caro e não ficar nas barracas do acampamento, mas, a meu ver, perde o verdadeiro sentido da prova. Além disso, a barraca é confortável e você estará tão cansado que nem vai notar nada mesmo. Escolha uma bem longe dos banheiros. O vai-e-vem à noite é constante.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/DSC05560.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-625" title="dentro barraca - marina gomes" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/DSC05560.jpg" alt="" width="277" height="369" /></a><br />
<strong>Vista das barracas. Nada mau.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com quem ir</strong><br />
Não adianta escolher um parceiro porque ele é muito engraçado, camarada ou pelos belos olhos verdes. No fim das contas, vocês estarão se matando. Já vi muito bate-boca, cara feia, casamentos quase desfeitos na trilha. Tem que ser alguém com o mesmo ritmo, mesmo treino, mesmas condições. A prova já é dura por si só, então não piore. Ninguém termina o Epic em dupla sem ter um companheirismo absurdo: um dia o parceiro não está rendendo muito, no outro dia é você e assim por diante. Essas pequenas diferenças são aceitáveis e normais. Mas se o condicionamento e os objetivos são muito diferentes, com o passar dos dias isso torna-se insuportável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quanto custa</strong><br />
Passagem aérea: a partir de US$ 1.200, com a South African Airways. Na minha opinião, uma das melhores companhias aéreas em relação ao serviço de bordo. Você vai até Johanesburgo e de lá faz a conexão. Não se assuste se for parado pela imigração. Eu fui todas as vezes e não vou nem pensar sobre o que eles acham que tenho cara. Cansei de ter o cadeado da mala arrebentado e já deixo tudo aberto.<br />
Inscrição: US$ 3.300 por dupla (a mais simples, para ficar no acampamento). Subiu, pois ano passado estava US$ 2.500. Mesmo assim é barato. Provavelmente eles vão gastar mais do que isso em você, só em massagens nas suas pernas e bunda e curativos nos seus pés (ou o que sobrar deles).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/CE08_STG6_SM_04921.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-629" title="praia - divulgação" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/CE08_STG6_SM_04921.jpg" alt="" width="614" height="410" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/CE08_STG8_06777_GP.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-630" title="rios - divulgação" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/CE08_STG8_06777_GP.jpg" alt="" width="614" height="410" /></a></p>
<p><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/IMG_0462.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-631" title="tom ritchey" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/IMG_0462.jpg" alt="" width="614" height="456" /></a><strong> O inventor da moutain bike e seu bigodinho simpático, Tom Ritchey, presença garantida todos os anos</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Chegada do último dia das campeãs femininas 2008</strong><br />
<a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/CE08_STG8_07243_GP.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-626" title="chegada feminina - divulgação" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/CE08_STG8_07243_GP.jpg" alt="" width="491" height="327" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/IMG_0421-2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-627" title="dudu e daniel - marina gomes" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/IMG_0421-2.jpg" alt="" width="352" height="461" /></a><br />
<strong>Dudu Soares e Daniel Aliperti: primeiro pódio brasileiro no Epic</strong></p>
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		<title>Corrida na Cidade do Cabo &#8211; Two Oceans</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 18:10:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Quem pratica o esporte pode conciliar a viagem com algumas das famosas provas que são realizadas lá. Em Cape Town a mais tradicional é a ultramaratona Two Oceans, sempre no sábado de Aleluia (3 de abril de 2010 &#8211; inscrições até 3 de março), com opção de 21 km ou 56 km. A ultra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/DIGSB11607.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-621" title="divulgação - ark images" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/DIGSB11607-1024x682.jpg" alt="" width="614" height="409" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem pratica o esporte pode conciliar a viagem com algumas das famosas provas que são realizadas lá. <strong>Em Cape Town a mais tradicional é a ultramaratona <a href="http://portal.twooceansmarathon.org.za/" target="_blank">Two Oceans</a></strong>, sempre no sábado de Aleluia (3 de abril de 2010 &#8211; inscrições até 3 de março), com opção de 21 km ou 56 km.</p>
<p><strong>A ultra tem o trajeto mais interessante, sendo quase todo realizado próximo ao mar</strong> e pela Chapman´s Peak, a linda rodovia que circunda a montanha que margeia o oceano. A meia-maratona passa longe, longe do mar.</p>
<p>A prova é bem organizada e bastante animada. As famílias aproveitam para ficar na porta de casa fazendo churrasquinhos. Impossível não se sentir em casa. rsrs</p>
<p><strong>Costuma ventar MUITO. Em 2008 a ventania chegou a 41km/h.</strong></p>
<p>Entre meia e ultra são 18 mil corredores. Em 2008, uma brasileira muito especial: Isabel da Silveira, 60 anos, de Belém do Pará. Em 2006 ela tentava sua terceira ultra. <strong>Teve um ataque cardíaco no km 30, ficou dois dias em coma no hospital e acordou brigando com o médico pois precisava voltar para a corrida</strong>. Ela, claro, contava isso enquanto alongava para correr a meia-maratona. &#8220;Vou ser mais conservadora esse ano&#8221;, disse, rindo. Bom humor a toda prova.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/mapa-two-oceans.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-622" title="mapa two oceans" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/mapa-two-oceans-606x1024.jpg" alt="" width="364" height="614" /></a></p>
<p><strong>O trajeto amarelo é a meia-maratona. Em vermelho, os 56km.</strong></p>
<p><strong>Em tempo:</strong> Apesar de chamar Two Oceans e ir de um lado a outro do Cabo da Boa Esperança, <strong>teoricamente a prova só passa pelo oceano Atlântico</strong>. O encontro com o Índico fica alguns quilômetros adiante, no Cabo das Agulhas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PETER</strong></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/DSC05098.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-623" title="peter - marina gomes" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/DSC05098.jpg" alt="" width="277" height="369" /></a><br />
Você acha que corre muito? Esse senhor ai é Peter Taylor. Tem 50 anos e correu as últimas 22 edições da Two Oceans. A ultra (56km). <strong>DESCALÇO. E pra ficar mais divertido, ainda carrega esse carrinho de bebê amarrado às costas</strong>. Tudo para arrecadar dinheiro para uma associação de cães-guia para cegos. Ganhou permanentemente o número 638. <strong>&#8220;Enquanto eu estiver vivo vocês vão ver um gordo mal treinado correndo assim essa prova&#8221;, diz.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TREINOS</strong></p>
<p>O que não falta é lugar interessante para correr em Cape Town. Pode tentar a Chapman&#8217;s Peak, Lion&#8217;s Head ou a Table Moutain para treinos duros. Sea Point é plano e de fácil acesso. Clique <a href="http://www.runtheplanet.com/runningroutes/city.asp?c=7095256" target="_blank">aqui</a> para ver algumas outras rotas na cidade (em inglês).</p>
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		<title>CAPE TOWN &#8211; FOTOS E SERVIÇO GERAL</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 04:07:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SERVIÇO Quem leva: South African Airways. Passagens a partir de US$ 900. A duração do vôo é de nove horas até Johanesburgo e mais duas horas até a Cidade do Cabo. Não é necessário visto, apenas passaporte e comprovante internacional de vacina contra febre amarela (leve o comprovante nacional e apresente na sala da Anvisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/Picture1.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-611" title="divulgação" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/Picture1.jpg" alt="" width="610" height="461" /></a></p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Quem leva</strong>: South African Airways. Passagens a partir de US$ 900. A duração do vôo é de nove horas até Johanesburgo e mais duas horas até a Cidade do Cabo. Não é necessário visto, apenas passaporte e comprovante internacional de vacina contra febre amarela (leve o comprovante nacional e apresente na sala da Anvisa no aeroporto de Cumbica).<br />
<strong>Fuso horário</strong>: 5 horas a mais.</p>
<p><strong>Energia</strong>: Tomada de três pinos GIGANTE. Terá que comprar um adaptador lá.<br />
<strong>Idioma</strong>: Inglês e africâner (mais comuns).<br />
<strong>Câmbio</strong>: aproximadamente US$ 1 = R 8 (rands)<br />
<strong>Clima</strong>: Na Cidade do Cabo a média de temperatura no verão é de 24ºC e no inverno 18ºC. Em qualquer época, no entanto, venta bastante.<br />
<strong>Guias</strong>: Dois OK que conheci <a href="http://www.energytours.co.za/" target="_blank">Energy Tour </a>(Jeremy) e <a href="http://www.jorvantours.co.za/" target="_blank">Jorvantours</a> (Brian). O atencioso Brian parecia ainda mais turista que eu, tirando fotos animadas de tudo. Tristemente ele me contou que passou a maior parte da vida sem poder frequentar aqueles lugares durante o apartheid.</p>
<p><strong>FOTOS GERAIS</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/cabo.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-612" title="cabo" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/cabo-1024x768.jpg" alt="" width="614" height="461" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/Clifton-1-_06f.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-613" title="Clifton - divulgação" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/Clifton-1-_06f-1024x682.jpg" alt="" width="614" height="409" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong>E essa foi a única pessoa do grupo que quis</strong> <strong>atravessar pelo tanque. Sim, o tratador está segurando apenas um bastão de limpar piscina&#8230;.</strong><br />
<a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/DSC04790.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-615" title="crocs" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/DSC04790.jpg" alt="" width="614" height="461" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/IMG_0039.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-616" title="beira mar" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/IMG_0039-1024x682.jpg" alt="" width="614" height="409" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/pano2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-617" title="paninho" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/pano2.jpg" alt="" width="137" height="323" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/IMG_1107.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-618" title="enfeite natal" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/IMG_1107.jpg" alt="" width="172" height="258" /></a></p>
<p>Enfeite diferente de árvore de Natal e tecidinhos étnicos vendidos em qualquer esquina &#8211; levinhos para colocar na mala. Depois é só mandar fazer uma moldura legal.</p>
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		<title>CAPE TOWN: COMPRAS E HOTÉIS</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 19:58:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[COMPRAS: 14% de volta: Para compras acima de 250 rands peça a nota fiscal específica para o VAT. Esteja com antecedência no aeroporto de Johanesburgo e ANTES de despachar as malas vá ao guichê de VAT – uma bancada estranha, na verdade – e mostre os recibos e os itens comprados. Sim, é um festival [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/CW2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-667" title="shopping - divulgação" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/CW2-1024x671.jpg" alt="" width="614" height="403" /></a></p>
<p><strong>COMPRAS: 14% de volta:</strong><br />
Para compras acima de 250 rands peça a nota fiscal específica para o VAT.<br />
Esteja com antecedência no aeroporto de Johanesburgo e <strong>ANTES de despachar as malas</strong> vá ao guichê de VAT – uma bancada estranha, na verdade – e mostre os recibos e os itens comprados. Sim, é um festival de calcinha para um lado, soutien do outro até você encontrar no fundo da mala o bendito rinoceronte de madeira que comprou para aquela tia-avó do vizinho.<br />
Assim feito, o moço carimba os recibos para você receber 14% de imposto de volta.</p>
<p>Despache suas malas e siga em frente. Depois da imigração, antes de embarcar, pegue esse papel e vá à casa de câmbio e receba o valor em dólares ou direto no cartão de crédito. Eu sempre peguei em cash.</p>
<p>- Não se preocupe se despachou os bens adquiridos nas malas em Cape Town, pois terá que pegá-las em Johanesburgo novamente durante a conexão.<br />
- É um mico sem tamanho! Da primeira vez eu obviamente não sabia que teria que procurar as coisas na mala para mostrar ao responsável pelo VAT. Calcinhas, soutiens, roupa suja e bagunça pra todo lado. Deixe tudo separadinho <img src='http://corremundo.com.br/corre/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
- É uma maratona. Se estiver perdendo hora, deixe para lá, pois o valor não é tão significativo – a não ser que você tenha comprado muita coisa meeesmo.</p>
<p>Desafio: fechar a mala pela segunda vez, no aeroporto&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/mala1.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-668" title="mala - getty images" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/mala1.jpg" alt="" width="268" height="322" /></a></p>
<p>O shopping de Cape Town fica bem fora de mão. O <strong>Canal Walk</strong> (a primeira foto do post) é grandioso, mas só pra quem gosta muito de shopping. Se for para compras esportivas, não vale a pena. Tem apenas uma loja de bike, bem fraca.</p>
<p>Para comprar bikes e acessórios a excelente loja que eu tinha para indicar fechou, a Willie Engelbrecht. Alguém tem outras sugestões?</p>
<p>A <a href="http://www.cyclelab.com/default.asp?Id=114&amp;des=content&amp;scat=supercycling/cyclelabnews" target="_blank">Cycle Lab</a> parece ser boa e muito forte, especialmente em Mtb.</p>
<p><strong>HOTÉIS</strong></p>
<p>O primeiro que passei foi o <a href="http://www.urbanhiphotels.com/circa.html" target="_blank">Circa, do Urban Hip Hotels</a>. Imenso e completíssimo. Cozinha e lavanderia completa dentro do studio. Dois banheiros, sala imensa. Dava gosto chegar no fim do dia acabada.</p>
<p>Depois passei pelo <a href="http://www.southernsun.com/SSH/VHB/d6ad77afe6449010VgnVCM1000001b3d17acRCRD/43/47" target="_blank">The Cullinan Southern Sun</a>. Quartos normais, mas a localização era bem melhor. Café da manhã espetacular. E uma piscina linda, embora eu seja terminantemente contra usar a piscina em um lugar de praia.</p>
<p>(No Cullinan eu comprovei a fama dos indianos de ficarem ensandecidos com coisas grátis. Um menino entrava a toda hora na sala da academia para pegar garrafas e mais garrafas de água que ficavam à disposição. o.O). Perto do Waterfront.</p>
<p>Fiquei também no <a href="http://www.caperoyale.co.za/" target="_blank">Cape Royale.</a> Localização ótima, em Green Point, exatamente em frente ao estádio construído para a Copa do Mundo. Perto do Waterfront também. Café da manhã maravilhoso, com salmão e mais salmão cru. Eu me vendo fácil por comida&#8230;.<br />
Os studios também são completíssimos e imensos.</p>
<p>Esses acima são todos hotéis cinco estrelas e os preços bem razoáveis pelo que oferecem (Mas lembre-se, eu estava a trabalho &#8211; minha muquiranice jamais deixaria que me hospedasse em algum deles rsrs).</p>
<p>Mas a África do Sul não é, nem de longe, um país caro. Mas dá para encontrar acomodações bem mais em conta com facilidade.</p>
<p>Um dos lugares mais inusitados que passei a noite foi <strong>dentro do Parque Nacional da Table Moutain</strong>. Um albergue simples, rústico, mas super interessante e aconchegante. O problema é que fica bem fora de mão para sair a noite comer, por exemplo. Tentamos pedir uma pizza pra Renata Falzoni e foi MUITO difícil. O pessoal do alojamento era muito simples e nunca tinha feito isso antes. Não conseguíamos também voltar para lá pois nenhum taxista sabia onde ficava o local. E eita nomezinho difícil de lembrar: <a href="http://www.hoerikwaggotrail.org/accommodation.html" target="_blank">Hoerikagoo</a>. O jeito foi tirar foto da placa de uma rua próxima e mostrar para os taxistas.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cape Town, África do Sul &#8211; dicas práticas</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 19:42:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Cape Town]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade do Cabo]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[  Prazeres e sensações de Cape Town * A felicidade de ser recepcionado por um povo alegre, apesar de uma história tão sofrida * Observar, pasmo, as marcas dessa triste história * Esbaldar-se em frutos do mar deliciosos a preços irrisórios * Provar refeições apimentadas (e se for como eu, voltar viciado em pimenta-do-reino) * [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> <a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/10/Clock-Tower-divulgação.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-671" title="Clock Tower - divulgação" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/10/Clock-Tower-divulgação-1024x682.jpg" alt="" width="614" height="409" /></a></p>
<p><strong>Prazeres e sensações de Cape Town</strong></p>
<p>* A felicidade de ser recepcionado por um <strong>povo alegre</strong>, apesar de uma história tão sofrida</p>
<p>* Observar, pasmo, as marcas dessa triste história</p>
<p>* Esbaldar-se em frutos do mar deliciosos a preços irrisórios</p>
<p>* Provar refeições apimentadas (e se for como eu, voltar viciado em pimenta-do-reino)</p>
<p>* Encantar-se com o artesanato colorido, vivo</p>
<p>* Sentir o vento como nunca antes</p>
<p>* Aproveitar a vida com um <strong>povo que sobe montanhas para ver o pôr-do-sol</strong></p>
<p>* Notar os detalhes da herança colonial inglesa e holandesa misturados ao tradicional africano</p>
<p>* Entender porque é chamada de “<strong>Cidade-Mãe</strong>” e perceber que sim, poderia ser feliz morando lá</p>
<p>Muito bom, né? Mas nem tudo são flores. O <strong>transporte público, por exemplo, é praticamente inexistente</strong>. Prometeram melhorias para a Copa, vamos esperar&#8230;</p>
<p>De qualquer forma, vá preparado para gastar dinheiro nesse item (o que me deixava com um mau humor incrível).</p>
<p>O transporte público é precário: <strong>são vans tenebrosas, para dizer o mínimo</strong>. Não dá para entender sequer aonde estão indo. O cara passa e grita o itinerário. Esqueça. Para tentar economizar (dica boa, anote) use a rede de táxis coletivos. Você liga e diz aonde vai e o táxi passa te pegar com outros que vão na mesma direção. O preço é fixo (e está no <a href="http://www.rikkis.co.za/" target="_blank">mapa do site</a>, em city share ride). Inusitado, mas dá até para fazer amigos. Anote: Rickk&#8217;s 0861 745 547 – ou 0861 Rikks, no teclado do telefone.</p>
<p>Os carros são amarelo-ovo e chegam bem rápido. Fique esperto, pois se você bobeia, eles vão embora (pois há mais gente no carro, com horário, lembra?).</p>
<p>* Aos domingos e feriados a feirinha rola em Green Point pela manhã</p>
<p>* <strong>As baleias aparecem de julho a dezembro, nas praias do lado do Pacífico</strong></p>
<p>* Em abril tem o Festival Internacional de jazz. Fique atento à programação</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMIDA</strong></p>
<p>É barato e come-se muito bem. Esbalde-se de peixes e frutos do mar. Salmão cru já no café da manhã. Omeletes com muita pimenta do reino. Carne de avestruz.</p>
<p>O &#8220;pão de queijo&#8221; (salgado rápido e barato) lá é uma tortinha folheada gostosa ou o Boerewors Roll, um cachorro-quente de linguiça apimentada e por vezes com gosto de canela. (Só usar em casos extremos&#8230;)</p>
<p>Frango, frango, frango. Até enjoar!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>VINHOS</strong></p>
<p>Nada mais perfeito para acompanhar a rica (e apimentada) culinária local.</p>
<p>Deixe um dia para fazer as vinícolas. Sim, lembra que eu disse três dias para Cape Town? Agora são quatro, se contar a rota dos vinhos.</p>
<p>Os melhores bebidas podem ser comprados diretamente nas fazendas, nos bucólicos passeios a <a href="http://www.tourismstellenbosch.co.za/index.php?cityhome+97099" target="_blank">Stellenbosch</a>, com direito a degustações e mais degustações.</p>
<p>Prove os vinhos de pinotage, cerpa originada por lá. Eu particularmente não gostei muito. Em compensação achei interessante um licor tipo amarula chamado Angel&#8217;s share.</p>
<p>Existem centenas de vinícolas relativamente próximas, com vistas maravilhosas e lugares fantásticos para almoçar. Tudo sem pressa, curtindo o caminho. Eu almocei em <a href="http://www.delheim.com/drestaurant.htm" target="_blank">Delheim</a>, em um lindo jardim, e recomendo. Também passei pela <a href="http://www.spier.co.za/spier.htm" target="_blank">Spier</a> em uma festa a noite e achei interessante.</p>
<p>Se estiver com crianças é legal parar na volta em uma fazenda de crocodilos, como a <a href="http://www.lebonheurcrocfarm.co.za/" target="_blank">Le Bonheur Croc Farm</a>. Sim, é permitido atravessar andando pelos tanques onde ficam os animais menores <img src='http://corremundo.com.br/corre/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Fui um pouco receosa pois o tratador segura apenas um pauzico de nada. Enquanto ele bate no chão os bichos correm para a água.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SEGURANÇA</strong></p>
<p>Todo mundo me pedia para não sair a noite sozinha a pé. O único medo que eu passei (e acho que a única vez que disse para mim mesma “É, agora deu errado” foi voltando do Waterfront tarde da noite por uma parte meio deserta do cais. Vi três crianças saindo debaixo das grades e, quando se aproximaram, vi que eram três homens chineses, coreanos, algo assim. Naquele momento senti que tinha me dado mal. Era um local absolutamente deserto e escuro e não gostei dos caras. Vieram na minha direção e pararam na minha frente. Começaram a dizer coisas que eu não entendi e UM DELES PISOU NO MEU PÉ! Deram risada e saíram andando. <strong>Eu não tenho a menor idéia de que tipo de insulto é pisar no pé no país deles</strong>, mas agradeci feliz da vida!</p>
<p>Já estava perto do hotel (este chiquérrimo <a href="https://www.southernsun.com/SSH/VHB/25383cf8de46a010VgnVCM100000650114acRCRD/43/47" target="_blank">aqui</a>) e encontro um rapaz que conheci no Cabo da Boa Esperança. Ele voltava do meu hotel, onde passou para me deixar um presentinho e tinha acabado de ser assaltado, no outro quarteirão! Faltavam dois quarteirões para chegar ao hotel e dei uma corridinha, aquela noite já estava com emoções demais para o meu gosto e eu não queria descobrir se o ladrão que o assaltou ainda estava por lá.</p>
<p>Mas não é para temer, juro! Tome cuidado, claro, e evite andar a pé a noite. Até porque as distâncias em Cape Town são grandes, então pegue um taxi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>HOSPITALIDADE</strong></p>
<p>A melhor parte, na minha opinião. <strong>Quer coisa melhor do que viajar para um país, dar um sorriso na rua e ser correspondido?</strong> As pessoas se interessam por você, se preocupam, ajudam, conversam, dão dicas.</p>
<p>- Na fila do bondinho para descer a Table Moutain comecei a conversar com um casal. Chegamos embaixo e eles me deram carona até o hotel.</p>
<p>- Conheci uma família no Cabo da Boa Esperança (eles eram de Johanesburgo) que me deixou até presentinho no hotel.</p>
<p>- Um jornalista da Runner&#8217;s de lá (que conheci na ultramaratona Two Oceans) não só me deu carona como me levou para um rápido city tour.</p>
<p>- Lá até os alemães são mais “dóceis” rsrsrs – um menino alemão nos deu carona para voltar do concerto do Jardim Botânico.</p>
<p>Acredite, sei do que estou falando. Fiquei mais de 20 dias em Paris e não consegui ter um ÚNICO diálogo decente com qualquer pessoa. E isso porque na época eu ainda falava um pouco de francês, além do inglês. Ou seja, para mim, são dois extremos no termômetro da hospitalidade.</p>
<p>Ah, quer conquistar o pessoal, arrisque algumas expressões em africâner:</p>
<p>Baie dankie (“báia dãnki”) – Muito obrigada</p>
<p>Hoe gaan dit (“rú rân dãti”) – Como vai?</p>
<p>Wat is jou naan – Qual seu nome?</p>
<p>Goeie more (“rúia môra”) – Bom dia</p>
<p>Totsiens (“tutsin”) – Tchau</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A seguir: Fotos desse post, Compras, Hotéis, Garden Route, bike, corrida</strong></p>
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