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	<title>Corre Mundo &#187; África do Sul</title>
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	<description>Corrida, viagem e histórias.</description>
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		<title>ALAIN PROST NO CAPE EPIC 2012</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Mar 2012 16:13:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Pedal]]></category>
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		<category><![CDATA[Cape Epic]]></category>

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		<description><![CDATA[Alain Prost &#8211; depois de se aposentar da Fórmula 1, dedicação ao ciclismo &#160; Aos 57 anos, o ex-campeão da fórmula 1 Alain Prost estará na ultra maratona de moutain bike este ano. &#8220;Eu treino muito ciclismo de estrada, e sempre pensei em fazer o Cape Epic. Não sou um especialista em mountain bike, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/prostfran.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1115" title="credito: prostfran.com" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/prostfran.jpg" alt="" width="432" height="646" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Alain Prost &#8211; depois de se aposentar da Fórmula 1, dedicação ao ciclismo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aos 57 anos, o ex-campeão da fórmula 1 Alain Prost estará na ultra maratona de moutain bike este ano. &#8220;Eu treino muito ciclismo de estrada, e sempre pensei em fazer o Cape Epic. Não sou um especialista em mountain bike, mas quero viver a experiência. O fato de ser na África do Sul me ajudou a tomar a decisão. Eu amo pedalar olhando para belas paisagens&#8221;, disse o francês que durante 14 anos (1987 a 2001) deteve o recorde de maior número de vitórias em GPs. &#8220;Minha dieta tem sido a mesma por um tempo muito longo e meu peso constante nos últimos 30 anos. No momento, só estou comendo um pouco mais. Meu único problema são minhas costas, pois tive um problema de disco nos últimos dois anos&#8221;, completou.</p>
<p>Seu companheiro de equipe será o campeão europeu de esqui Sebastien di Pasqua, medalhista de bronze na Copa do Mundo em 2006 e que já esteve no top 3 da Federação Internacional de Esqui Aquático (IWSF).</p>
<p>Eles treinam juntos duas vezes por semana e <strong>semana que vem dão a largada para o desafio dos 781km e 16 300m de subida acumulada pelas lindas paisagens da África do Sul</strong>.</p>
<p>Prost tem se dedicado ao ciclismo depois da aposentadoria. Há alguns anos concluiu a L&#8217;Etape du Tour, prova que ocorre no Tour de France e terminou muito bem, em 42 na geral.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/alainprost_afp_60.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1116" title="credito: AFP" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/alainprost_afp_60.jpg" alt="" width="496" height="376" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Alain Prost no Tour de Oma</strong></p>
<p><strong> CAPE EPIC 2012</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/Bart-.Photo-by-Karin-Schermbrucker-SPORTZPICS.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1118" title="Bart Brentjens Epic 2011" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2012/03/Bart-.Photo-by-Karin-Schermbrucker-SPORTZPICS.jpg" alt="" width="653" height="436" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Bart Brentjens no Cape Epic 2011</strong> (credito Karin-Schermbrucker-SPORTZPICS)</p>
<p>Este ano temos 22 brasileiros na prova, sem nenhuma representante feminina. A maioria está no primeiro ano.</p>
<p>A rota de 2012 passa por Durbanville – Robertson – Caledon – Oak Valley – Lourensford.</p>
<p>Como novidade, o show de encerramento com a banda <a href="http://www.freshlyground.com/" target="_blank">Freshly Ground</a>. No último ano que cobri adorei o piquenique ao fim. Com o show deve ficar ainda melhor.</p>
<p>E ano que vem, 10 anos de Cape Epic! Vai se preparando pois deve ser bem especial. E sempre há como fazer de um jeito leve, o Day Trippers, como expliquei neste post <a href="http://corremundo.com.br/2010/pedal-na-africa-do-sul/" target="_blank">aqui</a>. (E mais explicações sobre a prova neste post<a href="http://corremundo.com.br/2010/cape-epic-%E2%80%93-cruzando-a-africa-do-sul/" target="_blank"> aqui</a> )</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>PEDAL NA ÁFRICA DO SUL</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 15:56:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Pedal]]></category>
		<category><![CDATA[Cape Epic]]></category>
		<category><![CDATA[Epic Trippers]]></category>
		<category><![CDATA[pedal light Africa do Sul]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Quem não pedala horrores a ponto de fazer o Cape Epic e tá com dinheiro sobrando pode tentar os Day Trippers, um grupo que faz o mesmo trajeto do Epic mas com regalias. Como uma van segue junto, é subir e pedir arrego ao Steve quando cansar ou não quiser encarar uma das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/IMG_0020.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-662" title="day trippers - marina gomes" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/IMG_0020-1024x682.jpg" alt="" width="614" height="409" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem não pedala horrores a ponto de fazer o Cape Epic e tá com dinheiro sobrando pode tentar os <a href="http://www.daytrippers.co.za/index.php" target="_blank">Day Trippers</a>, um grupo que faz o mesmo trajeto do Epic mas com regalias. Como uma van segue junto, é subir e pedir arrego ao Steve quando cansar ou não quiser encarar uma das subidas mais insanas. Está cerca de R$ 3 mil por pessoa (praticamente o dobro do Epic).</p>
<p>Os Day Trippers não dormem nos acampamentos, normalmente ficam em pousadas ou hotéis. É o maior inconveniente pois além de ajudar a salgar o preço, acaba separando as pessoas a noite. (A maioria dos Trippers são mulheres acompanhando namorados e maridos do Epic).</p>
<p>Não que alguém esteja em condições de pensar em fazer qualquer coisa a noite, mas&#8230;.</p>
<p>Além do Cape Epic, a empresa faz uma série de outros passeios por Cape Town e arredores, seja de um dia ou pequenas viagens. Dá até para encarar os 450 km da <a href="http://www.gardenroute.co.za/" target="_blank">Garden Route</a>. Steve, o dono, cuida da empresa com a sua mulher e os dois são animadíssimos. Pra quem não quer se aventurar sozinho pelo país, certamente é a melhor opção.</p>
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		<title>CAPE EPIC – CRUZANDO A ÁFRICA DO SUL</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 16:28:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Pedal]]></category>
		<category><![CDATA[bike]]></category>
		<category><![CDATA[Cape Epic]]></category>
		<category><![CDATA[podio brasileiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu acredito profundamente que quem participa de uma prova como o Cape Epic é meio maluco. Doido varrido. Mesmo assim eu incentivo todo mundo a participar e sempre vibro com cada brasileiro lá. A boa notícia é que depois de dois anos consecutivos cobrindo a prova digo que ela está bem mais civilizada. Em 2008 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acredito profundamente que quem participa de uma prova como o <a href="http://cape-epic.com/" target="_blank">Cape Epic</a> é meio maluco. Doido varrido.</p>
<p>Mesmo assim eu incentivo todo mundo a participar e sempre vibro com cada brasileiro lá.</p>
<p>A boa notícia é que depois de dois anos consecutivos cobrindo a prova digo que ela está bem mais civilizada. Em 2008 a contabilidade dos &#8220;estragos&#8221; ao fim do dia era cruel. Ainda assim, não espere moleza. São 722 km e quase 15 mil metros de subidas acumuladas.</p>
<p>Entre os dois anos, mais mudanças: um dia a menos de prova, menos quilometragem e a permanência de mais dias em cada vilarejo. Neste ano serão até três noites em cada acampamento e um contra-relógio. Perde muito em charme (acordar cada dia em um lugar diferente), mas para os ciclistas é sinônimo de descanso extra, sempre bem-vindo.</p>
<p>Na última edição, um recorde de brasileiros. Ao todo, éramos 40, contando duplas na corrida, voluntários, imprensa e Epic Trippers. <strong>Foi a primeira vez que brasileiros subiram ao pódio do Epic. A maior festa verde-amarela quando Dudu Soares e Daniel Aliperti chegaram em terceiro no master. </strong> Até então, a entrega de prêmios durante o jantar era uma cerimônia insossa e quase tediosa, até que “os brasileiros ensinaram ao mundo como é que se celebra”, nas palavras de Terry Kobus, da organização de mídia (o cara que pacientemente nos levava todos os dias para percorrer o mesmo trecho que os atletas – mas chacoalhando confortavelmente em uma Toyota).</p>
<p>Esse ano até a Globo estava lá (mas por razões suspeitíssimas). Veja o vídeo do Esporte Espetacular que causou o maior rebuliço por não mostrar os brasileiros do pódio <a href="http://www.youtube.com/watch?v=hYIAxyZrQCk" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>JOGO RÁPIDO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quanto treinar</strong><br />
A prova será entre os dias 20 e 27 de março. Treino forte específico entre seis e oito meses. É bom ter feito alguma das rotas difíceis no Brasil, como o Caminho do Ouro (Diamantina/Ouro Preto a Paraty) ou o Caminho da Fé, de Tambau a Aparecida, por exemplo. A Serra da Canastra também foi citada como um bom lugar de treinos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que levar</strong><br />
Lanterna de cabeça, saco de dormir, cadeados e pouquíssima bagagem, pois você terá que fazer tudo caber dentro de uma única mala. Há serviço de lavanderia todos os dias e o preço não é abusivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que vai comer</strong><br />
Na inscrição já está incluso o café da manhã e o jantar, tudo devidamente apimentado, como manda a culinária local e para desespero de alguns competidores.</p>
<p>O <strong>café da manhã</strong> é composto por: chafé (um terror), ovos mexidos com linguiça, pão, queijo, frutas e cereal. O iogurte deles é maravilhoso.</p>
<p><strong>Almoço</strong>: barraquinhas no acampamento. Não dá para fugir muito dos chamados Boerewors Roll, um cachorro-quente de linguiça (apimentada, pra variar, e às vezes com gosto de canela).</p>
<p><strong>Jantar</strong> (servido às 18h): macarrão, batata, frango, frango, frango, frango, frutas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para dormir</strong><br />
Você até tem a opção de pagar (bem mais) caro e não ficar nas barracas do acampamento, mas, a meu ver, perde o verdadeiro sentido da prova. Além disso, a barraca é confortável e você estará tão cansado que nem vai notar nada mesmo. Escolha uma bem longe dos banheiros. O vai-e-vem à noite é constante.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/DSC05560.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-625" title="dentro barraca - marina gomes" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/DSC05560.jpg" alt="" width="277" height="369" /></a><br />
<strong>Vista das barracas. Nada mau.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Com quem ir</strong><br />
Não adianta escolher um parceiro porque ele é muito engraçado, camarada ou pelos belos olhos verdes. No fim das contas, vocês estarão se matando. Já vi muito bate-boca, cara feia, casamentos quase desfeitos na trilha. Tem que ser alguém com o mesmo ritmo, mesmo treino, mesmas condições. A prova já é dura por si só, então não piore. Ninguém termina o Epic em dupla sem ter um companheirismo absurdo: um dia o parceiro não está rendendo muito, no outro dia é você e assim por diante. Essas pequenas diferenças são aceitáveis e normais. Mas se o condicionamento e os objetivos são muito diferentes, com o passar dos dias isso se torna insuportável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quanto custa</strong><br />
Passagem aérea: a partir de US$ 1.200, com a South African Airways. Na minha opinião, uma das melhores companhias aéreas em relação ao serviço de bordo. Você vai até Johanesburgo e de lá faz a conexão. Não se assuste se for parado pela imigração. Eu fui todas as vezes e não vou nem pensar sobre o que eles acham que tenho cara. Cansei de ter o cadeado da mala arrebentado e já deixo tudo aberto.<br />
Inscrição: US$ 3.300 por dupla (a mais simples, para ficar no acampamento). Subiu, pois ano passado estava US$ 2.500. Mesmo assim é barato. Provavelmente eles vão gastar mais do que isso em você, só em massagens nas suas pernas e bunda e curativos nos seus pés (ou o que sobrar deles).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/CE08_STG6_SM_04921.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-629" title="praia - divulgação" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/CE08_STG6_SM_04921.jpg" alt="" width="614" height="410" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/CE08_STG8_06777_GP.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-630" title="rios - divulgação" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/CE08_STG8_06777_GP.jpg" alt="" width="614" height="410" /></a></p>
<p><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/IMG_0462.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-631" title="tom ritchey" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/IMG_0462.jpg" alt="" width="614" height="456" /></a><strong> O inventor da mountain bike e seu bigodinho simpático, Tom Ritchey, presença garantida todos os anos</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Chegada do último dia das campeãs femininas 2008</strong><br />
<a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/CE08_STG8_07243_GP.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-626" title="chegada feminina - divulgação" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/CE08_STG8_07243_GP.jpg" alt="" width="491" height="327" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/IMG_0421-2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-627" title="dudu e daniel - marina gomes" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2010/01/IMG_0421-2.jpg" alt="" width="352" height="461" /></a><br />
<strong>Dudu Soares e Daniel Aliperti: primeiro pódio brasileiro no Epic</strong></p>
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		<title>Corrida na Cidade do Cabo &#8211; Two Oceans</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 18:10:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Corrida]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade do Cabo]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Quem pratica o esporte pode conciliar a viagem com algumas das famosas provas que são realizadas lá. Em Cape Town a mais tradicional é a ultramaratona Two Oceans, sempre no sábado de Aleluia (3 de abril de 2010 &#8211; inscrições até 3 de março), com opção de 21 km ou 56 km. A ultra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/DIGSB11607.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-621" title="divulgação - ark images" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/DIGSB11607-1024x682.jpg" alt="" width="614" height="409" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem pratica o esporte pode conciliar a viagem com algumas das famosas provas que são realizadas lá. <strong>Em Cape Town a mais tradicional é a ultramaratona <a href="http://portal.twooceansmarathon.org.za/" target="_blank">Two Oceans</a></strong>, sempre no sábado de Aleluia (3 de abril de 2010 &#8211; inscrições até 3 de março), com opção de 21 km ou 56 km.</p>
<p><strong>A ultra tem o trajeto mais interessante, sendo quase todo realizado próximo ao mar</strong> e pela Chapman´s Peak, a linda rodovia na montanha que margeia o oceano. A meia-maratona passa longe, longe do mar.</p>
<p>A prova é bem organizada e bastante animada. As famílias aproveitam para ficar na porta de casa fazendo churrasquinho. Impossível não se sentir &#8230; no Brasil.</p>
<p><strong>Costuma ventar MUITO. Em 2008 a ventania chegou a 41km/h.</strong></p>
<p>Entre meia e ultra são 18 mil corredores. Em 2008, uma brasileira muito especial: Isabel da Silveira, 60 anos, de Belém do Pará. Em 2006 ela tentava sua terceira ultra. <strong>Teve um ataque cardíaco no km 30, ficou dois dias em coma no hospital e acordou brigando com o médico pois precisava voltar para a corrida</strong>. Ela, claro, contava isso enquanto alongava para correr a meia-maratona. &#8220;Vou ser mais conservadora esse ano&#8221;, disse, rindo. Bom humor a toda prova.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/mapa-two-oceans.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-622" title="mapa two oceans" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/mapa-two-oceans-606x1024.jpg" alt="" width="364" height="614" /></a></p>
<p><strong>O trajeto amarelo é a meia-maratona. Em vermelho, os 56km.</strong></p>
<p><strong>Em tempo:</strong> Apesar de chamar Two Oceans e ir de um lado a outro do Cabo da Boa Esperança, <strong>teoricamente a prova só passa pelo oceano Atlântico</strong>. O encontro com o Índico fica alguns quilómetros adiante, no Cabo das Agulhas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PETER</strong></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/DSC05098.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-623" title="peter - marina gomes" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/DSC05098.jpg" alt="" width="277" height="369" /></a><br />
Você acha que corre muito? Esse senhor ai é Peter Taylor. Tem 50 anos e correu as últimas 22 edições da Two Oceans. A ultra (56km). <strong>DESCALÇO. E pra ficar mais <del>demente</del> divertido, ainda carrega esse carrinho de bebê amarrado às costas, chacoalhando</strong>. Tudo para arrecadar dinheiro para uma associação de cães-guia para cegos. Ganhou permanentemente o número 638. <strong>&#8220;Enquanto eu estiver vivo vocês vão ver um gordo mal treinado correndo assim essa prova&#8221;, diz.</strong></p>
<p> (UPDATE: Ele corre descalço desde muito antes do &#8220;boom&#8221; do movimento dos mínimos e descalços)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TREINOS</strong></p>
<p>O que não falta é lugar interessante para correr em Cape Town. Pode tentar a Chapman&#8217;s Peak, Lion&#8217;s Head ou a Table Mountain para treinos duros. Sea Point é plano e de fácil acesso. Clique <a href="http://www.runtheplanet.com/runningroutes/city.asp?c=7095256" target="_blank">aqui</a> para ver algumas outras rotas na cidade (em inglês).</p>
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		<title>CAPE TOWN &#8211; FOTOS E SERVIÇO GERAL</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 04:07:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SERVIÇO Quem leva: South African Airways. Passagens a partir de US$ 900. A duração do vôo é de nove horas até Johanesburgo e mais duas horas até a Cidade do Cabo. Não é necessário visto, apenas passaporte e comprovante internacional de vacina contra febre amarela (leve o comprovante nacional e apresente na sala da Anvisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/Picture1.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-611" title="divulgação" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/Picture1.jpg" alt="" width="610" height="461" /></a></p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Quem leva</strong>: South African Airways. Passagens a partir de US$ 900. A duração do vôo é de nove horas até Johanesburgo e mais duas horas até a Cidade do Cabo. Não é necessário visto, apenas passaporte e comprovante internacional de vacina contra febre amarela (leve o comprovante nacional e apresente na sala da Anvisa no aeroporto de Cumbica).<br />
<strong>Fuso horário</strong>: 5 horas a mais.</p>
<p><strong>Energia</strong>: Tomada de três pinos GIGANTE. Terá que comprar um adaptador lá.<br />
<strong>Idioma</strong>: Inglês e africâner (mais comuns).<br />
<strong>Câmbio</strong>: aproximadamente US$ 1 = R 8 (rands)<br />
<strong>Clima</strong>: Na Cidade do Cabo a média de temperatura no verão é de 24ºC e no inverno 18ºC. Em qualquer época, no entanto, venta bastante.<br />
<strong>Guias</strong>: Dois OK que conheci <a href="http://www.energytours.co.za/" target="_blank">Energy Tour </a>(Jeremy) e <a href="http://www.jorvantours.co.za/" target="_blank">Jorvantours</a> (Brian). O atencioso Brian parecia ainda mais turista que eu, tirando fotos animadas de tudo. Tristemente ele me contou que passou a maior parte da vida sem poder frequentar aqueles lugares durante o apartheid.</p>
<p><strong>FOTOS GERAIS</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/cabo.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-612" title="cabo" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/cabo-1024x768.jpg" alt="" width="614" height="461" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/Clifton-1-_06f.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-613" title="Clifton - divulgação" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/Clifton-1-_06f-1024x682.jpg" alt="" width="614" height="409" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>E essa foi a única pessoa do grupo que quis</strong> <strong>atravessar pelo tanque. Sim, o tratador está segurando apenas um bastão de limpar piscina&#8230;.</strong><br />
<a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/DSC04790.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-615" title="crocs" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/DSC04790.jpg" alt="" width="614" height="461" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/IMG_0039.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-616" title="beira mar" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/IMG_0039-1024x682.jpg" alt="" width="614" height="409" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/pano2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-617" title="paninho" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/pano2.jpg" alt="" width="137" height="323" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/IMG_1107.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-618" title="enfeite natal" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/IMG_1107.jpg" alt="" width="172" height="258" /></a></p>
<p>Enfeite diferente de árvore de Natal e tecidinhos étnicos vendidos em qualquer esquina &#8211; levinhos para colocar na mala. Depois é só mandar fazer uma moldura legal.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>CAPE TOWN: COMPRAS E HOTÉIS</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 19:58:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
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		<category><![CDATA[Cape Town]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
		<category><![CDATA[hotéis]]></category>
		<category><![CDATA[shopping]]></category>
		<category><![CDATA[VAT]]></category>

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		<description><![CDATA[COMPRAS: 14% de volta: Para compras acima de 250 rands peça a nota fiscal específica para o VAT. Esteja com antecedência no aeroporto de Johanesburgo e ANTES de despachar as malas vá ao guichê de VAT – uma bancada estranha, na verdade – e mostre os recibos e os itens comprados. Sim, é um festival [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/CW2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-667" title="shopping - divulgação" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/CW2-1024x671.jpg" alt="" width="614" height="403" /></a></p>
<p><strong>COMPRAS: 14% de volta:</strong><br />
Para compras acima de 250 rands peça a nota fiscal específica para o VAT.<br />
Esteja com antecedência no aeroporto de Johanesburgo e <strong>ANTES de despachar as malas</strong> vá ao guichê de VAT – uma bancada estranha, na verdade – e mostre os recibos e os itens comprados. Sim, é um festival de calcinha para um lado, soutien do outro até você encontrar no fundo da mala o bendito rinoceronte de madeira que comprou para aquela tia-avó do vizinho.<br />
Assim feito, o moço carimba os recibos para você receber 14% de imposto de volta.</p>
<p>Despache suas malas e siga em frente. Depois da imigração, antes de embarcar, pegue esse papel e vá à casa de câmbio e receba o valor em dólares ou direto no cartão de crédito. Eu sempre peguei em cash.</p>
<p>- Não se preocupe se despachou os bens adquiridos nas malas em Cape Town, pois terá que pegá-las em Johanesburgo novamente durante a conexão.<br />
- É um mico sem tamanho! Da primeira vez eu obviamente não sabia que teria que procurar as coisas na mala para mostrar ao responsável pelo VAT. Calcinhas, soutiens, roupa suja e bagunça pra todo lado. Deixe tudo separadinho <img src='http://corremundo.com.br/corre/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
- É uma maratona. Se estiver perdendo hora, deixe para lá, pois o valor não é tão significativo – a não ser que você tenha comprado muita coisa meeesmo.</p>
<p>Desafio: fechar a mala pela segunda vez, no aeroporto&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/mala1.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-668" title="mala - getty images" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/12/mala1.jpg" alt="" width="268" height="322" /></a></p>
<p>O shopping de Cape Town fica bem fora de mão. O <strong>Canal Walk</strong> (a primeira foto do post) é grandioso, mas só pra quem gosta muito de shopping. Se for para compras esportivas, não vale a pena. Tem apenas uma loja de bike, bem fraca.</p>
<p>Para comprar bikes e acessórios a excelente loja que eu tinha para indicar fechou, a Willie Engelbrecht. Alguém tem outras sugestões?</p>
<p>A <a href="http://www.cyclelab.com/default.asp?Id=114&amp;des=content&amp;scat=supercycling/cyclelabnews" target="_blank">Cycle Lab</a> parece ser boa e muito forte, especialmente em Mtb.</p>
<p><strong>HOTÉIS</strong></p>
<p>O primeiro que passei foi o <a href="http://www.urbanhiphotels.com/circa.html" target="_blank">Circa, do Urban Hip Hotels</a>. Imenso e completíssimo. Cozinha e lavanderia completa dentro do studio. Dois banheiros, sala imensa. Dava gosto chegar no fim do dia acabada.</p>
<p>Depois passei pelo <a href="http://www.southernsun.com/SSH/VHB/d6ad77afe6449010VgnVCM1000001b3d17acRCRD/43/47" target="_blank">The Cullinan Southern Sun</a>. Quartos normais, mas a localização era bem melhor. Café da manhã espetacular. E uma piscina linda, embora eu seja terminantemente contra usar a piscina em um lugar de praia.</p>
<p>(No Cullinan eu comprovei a fama dos indianos de ficarem ensandecidos com coisas grátis. Um menino entrava a toda hora na sala da academia para pegar garrafas e mais garrafas de água que ficavam à disposição. o.O). Perto do Waterfront.</p>
<p>Fiquei também no <a href="http://www.caperoyale.co.za/" target="_blank">Cape Royale.</a> Localização ótima, em Green Point, exatamente em frente ao estádio construído para a Copa do Mundo. Perto do Waterfront também. Café da manhã maravilhoso, com salmão e mais salmão cru. Eu me vendo fácil por comida&#8230;.<br />
Os studios também são completíssimos e imensos.</p>
<p>Esses acima são todos hotéis cinco estrelas e os preços bem razoáveis pelo que oferecem (Mas lembre-se, eu estava a trabalho &#8211; minha muquiranice jamais deixaria que me hospedasse em algum deles rsrs).</p>
<p>Mas a África do Sul não é, nem de longe, um país caro. Mas dá para encontrar acomodações bem mais em conta com facilidade.</p>
<p>Um dos lugares mais inusitados que passei a noite foi <strong>dentro do Parque Nacional da Table Moutain</strong>. Um albergue simples, rústico, mas super interessante e aconchegante. O problema é que fica bem fora de mão para sair a noite comer, por exemplo. Tentamos pedir uma pizza pra Renata Falzoni e foi MUITO difícil. O pessoal do alojamento era muito simples e nunca tinha feito isso antes. Não conseguíamos também voltar para lá pois nenhum taxista sabia onde ficava o local. E eita nomezinho difícil de lembrar: <a href="http://www.hoerikwaggotrail.org/accommodation.html" target="_blank">Hoerikagoo</a>. O jeito foi tirar foto da placa de uma rua próxima e mostrar para os taxistas.</p>
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		<title>Cape Town, África do Sul &#8211; dicas práticas</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 19:42:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Cape Town]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade do Cabo]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[  Prazeres e sensações de Cape Town * A felicidade de ser recepcionado por um povo alegre, apesar de uma história tão sofrida * Observar, pasmo, as marcas dessa triste história * Esbaldar-se em frutos do mar deliciosos a preços irrisórios * Provar refeições apimentadas (e se for como eu, voltar viciado em pimenta-do-reino) * [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> <a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/10/Clock-Tower-divulgação.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-671" title="Clock Tower - divulgação" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/10/Clock-Tower-divulgação-1024x682.jpg" alt="" width="614" height="409" /></a></p>
<p><strong>Prazeres e sensações de Cape Town</strong></p>
<p>* A felicidade de ser recepcionado por um <strong>povo alegre</strong>, apesar de uma história tão sofrida</p>
<p>* Observar, pasmo, as marcas dessa triste história</p>
<p>* Esbaldar-se em frutos do mar deliciosos a preços irrisórios</p>
<p>* Provar refeições apimentadas (e se for como eu, voltar viciado em pimenta-do-reino)</p>
<p>* Encantar-se com o artesanato colorido, vivo</p>
<p>* Sentir o vento como nunca antes</p>
<p>* Aproveitar a vida com um <strong>povo que sobe montanhas para ver o pôr-do-sol</strong></p>
<p>* Notar os detalhes da herança colonial inglesa e holandesa misturados ao tradicional africano</p>
<p>* Entender porque é chamada de “<strong>Cidade-Mãe</strong>” e perceber que sim, poderia ser feliz morando lá</p>
<p>Muito bom, né? Mas nem tudo são flores. O <strong>transporte público, por exemplo, é praticamente inexistente</strong>. Prometeram melhorias para a Copa, vamos esperar&#8230;</p>
<p>De qualquer forma, vá preparado para gastar dinheiro nesse item (o que me deixava com um mau humor incrível).</p>
<p>O transporte público é precário: <strong>são vans tenebrosas, para dizer o mínimo</strong>. Não dá para entender sequer aonde estão indo. O cara passa e grita o itinerário. Esqueça. Para tentar economizar (dica boa, anote) use a rede de táxis coletivos. Você liga e diz aonde vai e o táxi passa te pegar com outros que vão na mesma direção. O preço é fixo (e está no <a href="http://www.rikkis.co.za/" target="_blank">mapa do site</a>, em city share ride). Inusitado, mas dá até para fazer amigos. Anote: Rickk&#8217;s 0861 745 547 – ou 0861 Rikks, no teclado do telefone.</p>
<p>Os carros são amarelo-ovo e chegam bem rápido. Fique esperto, pois se você bobeia, eles vão embora (pois há mais gente no carro, com horário, lembra?).</p>
<p>* Aos domingos e feriados a feirinha rola em Green Point pela manhã</p>
<p>* <strong>As baleias aparecem de julho a dezembro, nas praias do lado do Pacífico</strong></p>
<p>* Em abril tem o Festival Internacional de jazz. Fique atento à programação</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMIDA</strong></p>
<p>É barato e come-se muito bem. Esbalde-se de peixes e frutos do mar. Salmão cru já no café da manhã. Omeletes com muita pimenta do reino. Carne de avestruz.</p>
<p>O &#8220;pão de queijo&#8221; (salgado rápido e barato) lá é uma tortinha folheada gostosa ou o Boerewors Roll, um cachorro-quente de linguiça apimentada e por vezes com gosto de canela. (Só usar em casos extremos&#8230;)</p>
<p>Frango, frango, frango. Até enjoar!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>VINHOS</strong></p>
<p>Nada mais perfeito para acompanhar a rica (e apimentada) culinária local.</p>
<p>Deixe um dia para fazer as vinícolas. Sim, lembra que eu disse três dias para Cape Town? Agora são quatro, se contar a rota dos vinhos.</p>
<p>Os melhores bebidas podem ser comprados diretamente nas fazendas, nos bucólicos passeios a <a href="http://www.tourismstellenbosch.co.za/index.php?cityhome+97099" target="_blank">Stellenbosch</a>, com direito a degustações e mais degustações.</p>
<p>Prove os vinhos de pinotage, cerpa originada por lá. Eu particularmente não gostei muito. Em compensação achei interessante um licor tipo amarula chamado Angel&#8217;s share.</p>
<p>Existem centenas de vinícolas relativamente próximas, com vistas maravilhosas e lugares fantásticos para almoçar. Tudo sem pressa, curtindo o caminho. Eu almocei em <a href="http://www.delheim.com/drestaurant.htm" target="_blank">Delheim</a>, em um lindo jardim, e recomendo. Também passei pela <a href="http://www.spier.co.za/spier.htm" target="_blank">Spier</a> em uma festa a noite e achei interessante.</p>
<p>Se estiver com crianças é legal parar na volta em uma fazenda de crocodilos, como a <a href="http://www.lebonheurcrocfarm.co.za/" target="_blank">Le Bonheur Croc Farm</a>. Sim, é permitido atravessar andando pelos tanques onde ficam os animais menores <img src='http://corremundo.com.br/corre/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Fui um pouco receosa pois o tratador segura apenas um pauzico de nada. Enquanto ele bate no chão os bichos correm para a água.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SEGURANÇA</strong></p>
<p>Todo mundo me pedia para não sair a noite sozinha a pé. O único medo que eu passei (e acho que a única vez que disse para mim mesma “É, agora deu errado” foi voltando do Waterfront tarde da noite por uma parte meio deserta do cais. Vi três crianças saindo debaixo das grades e, quando se aproximaram, vi que eram três homens chineses, coreanos, algo assim. Naquele momento senti que tinha me dado mal. Era um local absolutamente deserto e escuro e não gostei dos caras. Vieram na minha direção e pararam na minha frente. Começaram a dizer coisas que eu não entendi e UM DELES PISOU NO MEU PÉ! Deram risada e saíram andando. <strong>Eu não tenho a menor idéia de que tipo de insulto é pisar no pé no país deles</strong>, mas agradeci feliz da vida!</p>
<p>Já estava perto do hotel (este chiquérrimo <a href="https://www.southernsun.com/SSH/VHB/25383cf8de46a010VgnVCM100000650114acRCRD/43/47" target="_blank">aqui</a>) e encontro um rapaz que conheci no Cabo da Boa Esperança. Ele voltava do meu hotel, onde passou para me deixar um presentinho e tinha acabado de ser assaltado, no outro quarteirão! Faltavam dois quarteirões para chegar ao hotel e dei uma corridinha, aquela noite já estava com emoções demais para o meu gosto e eu não queria descobrir se o ladrão que o assaltou ainda estava por lá.</p>
<p>Mas não é para temer, juro! Tome cuidado, claro, e evite andar a pé a noite. Até porque as distâncias em Cape Town são grandes, então pegue um taxi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>HOSPITALIDADE</strong></p>
<p>A melhor parte, na minha opinião. <strong>Quer coisa melhor do que viajar para um país, dar um sorriso na rua e ser correspondido?</strong> As pessoas se interessam por você, se preocupam, ajudam, conversam, dão dicas.</p>
<p>- Na fila do bondinho para descer a Table Moutain comecei a conversar com um casal. Chegamos embaixo e eles me deram carona até o hotel.</p>
<p>- Conheci uma família no Cabo da Boa Esperança (eles eram de Johanesburgo) que me deixou até presentinho no hotel.</p>
<p>- Um jornalista da Runner&#8217;s de lá (que conheci na ultramaratona Two Oceans) não só me deu carona como me levou para um rápido city tour.</p>
<p>- Lá até os alemães são mais “dóceis” rsrsrs – um menino alemão nos deu carona para voltar do concerto do Jardim Botânico.</p>
<p>Acredite, sei do que estou falando. Fiquei mais de 20 dias em Paris e não consegui ter um ÚNICO diálogo decente com qualquer pessoa. E isso porque na época eu ainda falava um pouco de francês, além do inglês. Ou seja, para mim, são dois extremos no termômetro da hospitalidade.</p>
<p>Ah, quer conquistar o pessoal, arrisque algumas expressões em africâner:</p>
<p>Baie dankie (“báia dãnki”) – Muito obrigada</p>
<p>Hoe gaan dit (“rú rân dãti”) – Como vai?</p>
<p>Wat is jou naan – Qual seu nome?</p>
<p>Goeie more (“rúia môra”) – Bom dia</p>
<p>Totsiens (“tutsin”) – Tchau</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A seguir: Fotos desse post, Compras, Hotéis, Garden Route, bike, corrida</strong></p>
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		<title>África do Sul – Cape Town</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 21:10:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Cape Town]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade do Cabo]]></category>
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		<category><![CDATA[Table Moutain]]></category>

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		<description><![CDATA[Estive duas vezes no país e posso afirmar que é um destino fabuloso: paisagens fantásticas, culinária atraente, preços razoáveis e o melhor, um povo amável e alegre. Na primeira vez (2008) estava indo apenas para cobrir a ultramaratona Two Oceans, coisa rápida, 3 ou 4 dias. Dois dias antes de partir, entretanto, esses poucos dias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive duas vezes no país e posso afirmar que é um destino fabuloso: <strong>paisagens fantásticas, culinária atraente, preços razoáveis e o melhor, um povo amável e alegre</strong>. Na primeira vez (2008) estava indo apenas para cobrir a ultramaratona <a href="http://portal.twooceansmarathon.org.za/" target="_blank">Two Oceans</a>, coisa rápida, 3 ou 4 dias. Dois dias antes de partir, entretanto, esses poucos dias transformaram-se em mais de 20 e com um novo desafio, cobrir uma das mais importantes provas de Mountain Bike do mundo, o Cape Epic.</p>
<p>Amei tudo e voltei novamente para lá sem pensar duas vezes.</p>
<p>Como tenho bastante coisa para escrever, vou dividir em vários posts. Tenha paciência <img src='http://corremundo.com.br/corre/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>CAPE TOWN – PASSEIOS &#8220;BÁSICOS”</strong></p>
<p>Eu dedicaria <strong>pelo menos três dias</strong> para dar conta da multifacetada e alegre cidade, assim:</p>
<p>Saia cedo para<strong> <a href="http://www.capepoint.co.za/" target="_blank">Cabo da Boa Esperança</a></strong>– o famoso Cabo das Tormentas narrado pelos poetas portugueses, que fica cerca de 1h30 do centro da cidade. O Cabo faz parte de uma <strong>reserva natural</strong>, e, se der sorte, você encontra macacos e outros pequenos animais. (Diferentemente do que se pensa, lá não é o encontro dos oceanos Índico e Atlântico, união que se realiza no <strong><a href="http://www.capeagulhas.org/" target="_blank">Cabo das Agulhas</a></strong>).</p>
<p>Ainda assim, a vista é bem bonita e vale o passeio.</p>
<p>Antes de chegar, porém, perca-se pelo caminho, que é tão interessante ou melhor que o Cabo em si. Na ida, pare nas badaladas e geladas praias de <strong>Clifton</strong> 1,2,3 (GLS) e 4, onde o topless é permitido, e Camps Bay, ornamentadas pela <strong>montanha dos 12 apóstolos</strong>. O trajeto também passa pela <strong><a href="http://www.chapmanspeakdrive.co.za/" target="_blank">Chapman&#8217;s Peak</a></strong>, a linda rodovia incrustada nas montanhas. (Às vezes ela fecha devido aos fortes ventos – aliás, assim como Chicago, Cape Town também mereceria o título de <strong><em>Windy City</em></strong>).</p>
<p>Na volta do Cabo, aproveite as praias de águas menos frias do índico: coma um tradicional fish and chips em <strong>Fish Hoek</strong> e dê umas voltas na vizinha Muizenberg, onde ficam as charmosas <strong>casinhas coloridas de <a href="http://www.surferscorner.com/" target="_blank">Surfer&#8217;s corner</a></strong>. De lá, siga para <strong>Boulder&#8217;s Beach, a praia dos pinguins</strong>, e passeie pela fofa <a href="http://www.simonstown.com/" target="_blank"><strong>Simon&#8217;s Town</strong></a>.</p>
<p>Separe um dia para ver as <strong>atrações centrais de Cape Town</strong>, como o <a href="http://www.castleofgoodhope.co.za/" target="_blank"><strong>Castle of Good Hope</strong> </a>(de 1666), construção colonial mais antiga que ainda resta no país. A poucos quarteirões está a <strong>Greenmarket Square</strong> (seg a sab), uma praça para se esbaldar com o artesanato local (e com os melhores preços). No centro também é possível almoçar muito bem com preços irrisórios. A Long Street, no centro, serve tanto para o dia, com suas lojas interessantes, <strong>como para a noite, repleta de bares e restaurantes</strong>.</p>
<p>Neste dia aproveite o fim de tarde para subir a <a href="http://tablemountain.net/" target="_blank"><strong>Table Moutain</strong> </a>– o cartão-postal da &#8220;Cidade-mãe&#8221; realmente assemelha-se a uma mesa. Ao anoitecer, uma névoa, que eles denominam &#8220;toalha da mesa” a recobre, como se fossem ondas de espuma branca sobre a montanha. Lindo. A subida pode ser feita pelo bondinho giratório ou pelas diversas trilhas. <strong>O melhor é comprar um vinho e aproveitar o belíssimo pôr-do-sol lá em cima, como muitos moradores fazem.</strong></p>
<p>Vá agasalhado, pois venta bastante (o bondinho, inclusive, é fechado nessas circunstâncias).</p>
<p><strong>Passeios para encaixar:</strong> Isso vai depender de onde você estiver hospedado, dos dias da semana, clima, etc. São passeios relativamente curtos, que você “encaixa” quando der:</p>
<p><strong><a href="http://www.sanbi.org/frames/kirstfram.htm" target="_blank">Kirstenbosch Botanical Garden</a></strong> – O Jardim Botânico vale a visita, principalmente entre os meses de dezembro a março, verão, quando há <strong>shows e concertos todos os domingos ao ar livre</strong>. As famílias armam suas toalhas de piquenique e levam uma cesta com vinhos e petiscos. Centenas de pessoas, silêncio absoluto e nenhum vendedor ambulante. Recomendo fortemente se estiver lá nessa época. É um pouco longe. A rota azul dos <a href="http://www.citysightseeing.co.za/blue-route.php">ônibus turísticos </a>de dois andares passa por lá e, dependendo do que você estiver programando fazer na cidade, compensa.</p>
<p><strong><a href="http://www.waterfront.co.za/Pages/Welcome.aspx" target="_blank">Complexo Victoria &amp; Alfred Waterfront</a></strong>, o cais revitalizado da cidade. Um local de fácil acesso, bonito, com restaurantes, shopping, lojinhas e o <strong><a href="http://www.aquarium.co.za/" target="_blank">aquário Two Oceans</a></strong>, com tubarões e peixinhos fofos. Mesmo sendo um reduto muito turístico, é bem agradável.</p>
<p>De lá partem os barcos para <strong><a href="http://www.robben-island.org.za/" target="_self">Robben Island</a></strong>, prisão onde Nelson Mandela ficou por 18 anos. Reserve o bilhete com antecedência <strong><a href="http://www.webtickets.co.za/event.aspx?itemid=76219" target="_blank">aqui</a></strong>, pois a fila de espera é de vários dias e fica quase impossível conseguir na alta temporada (eu não consegui). É um passeio rápido. Custa cerca de 22 dólares.</p>
<p>Para compras de lembrancinhas no Waterfront, prefira o <strong>Red Shed Craft Workshop</strong>, um galpão perto do aquário, mais barato do que as lojas do próprio complexo.</p>
<p><strong> Ilha das focas</strong>: Pega-se um barco em Hout Bay para as ilhas Duiker, onde vive uma comunidade de focas. São bonitinhas, <strong>mas nada muito emocionante</strong>. Se você pretende fazer o mergulho com tubarões, saiba que lá também eles param em uma ilha de focas maior (escrevo mais para frente). A empresa é essa <a href="http://www.circelaunches.co.za/cruises.asp" target="_blank">aqui</a>, se interessar.</p>
<p><strong>Nos próximos posts: Dicas práticas, vinícolas, Garden Route, bike, corrida</strong>.</p>
<p style="text-align: center;">Orquestra sinfônica no Jd Botânico<br />
<a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/10/jardim.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-607" title="jardim" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/10/jardim.jpg" alt="" width="614" height="410" /></a></p>
<p>Noordhoek, vista da Chapman&#8217;s Peak</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/10/noordhoek.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-633" title="noordhoek" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/10/noordhoek-1024x628.jpg" alt="" width="614" height="377" /></a></p>
<p>A colorida Surfer&#8217;s Corner<br />
<a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/10/surfers.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-634" title="surfers" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/10/surfers.jpg" alt="" width="331" height="180" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Assim, na praia&#8230;.<br />
<a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/10/pinguim.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-635" title="pinguim - marina gomes" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/10/pinguim-1024x766.jpg" alt="" width="614" height="460" /></a></p>
<p style="text-align: center;">A &#8220;toalha&#8221; da Mesa, ora pois&#8230;<br />
<a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/10/toalha.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-636" title="toalha - marina gomes" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/10/toalha-1024x682.jpg" alt="" width="614" height="409" /></a></p>
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		<title>Cape Epic &#8211; o pedal insano da África do Sul</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 18:59:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
				<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Pedal]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[Cape Epic]]></category>
		<category><![CDATA[pedal Africa do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[voluntário África]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das principais provas de Mountain bike do mundo é o Cape Epic, na África do Sul. Coisa de gente grande: 900 km em 8 dias e com subidas acumuladas de 16 mil metros (praticamente dois Everest&#8217;s). Cobri a prova nos últimos dois anos e vou dividir tudo em vários posts de turismo e pedal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/logo.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-589" title="logo" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/logo.jpg" alt="" width="232" height="360" /></a></p>
<p>Uma das principais provas de Mountain bike do mundo é o Cape Epic, na África do Sul. Coisa de gente grande: 900 km em 8 dias e com subidas acumuladas de 16 mil metros (praticamente dois Everest&#8217;s). Cobri a prova nos últimos dois anos e vou dividir tudo em vários posts de turismo e pedal pra vocês. Esse primeiro é para contar que há uma maneira muito legal de participar sem ser necessariamente um ciclista<span style="text-decoration: line-through;"> doido varrido</span> experiente: o voluntariado.</p>
<p>As inscrições estão abertas até o fim do mês no <a href="http://cape-epic.com/" target="_blank">site do evento</a>. Para ser voluntário é preciso pagar uma taxa de mais ou menos 400 dólares – eles precisam ter certeza do seu comprometimento. Um pouco salgado, mas vai te manter com alimentação, hospedagem e transporte por 9 ou 10 dias lá.</p>
<p>A maior parte trabalha nos postos de hidratação e ao fim do Cape Epic não pode nem sentir o cheiro de Energade, a bebida esportiva oficial. É preciso também acordar antes dos corredores (isso significa às 5h da manhã), mas em troca <strong>você vai ficar com um grupo animadíssimo, conhecer pessoas do mundo inteiro, cidades fantásticas e paisagens deslumbrantes na África do Sul gastando praticamente apenas o preço da passagem</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A acomodação é igual para todos, numa barraca até que bem confortável – e você não precisa montá-la pois todos os dias uma equipe contratada faz a mudança para a cidade seguinte. Antigamente a prova seguia todos os dias para uma nova vila, mas estão testando ficar dois dias em cada uma. Menos cansativo, mas para quem está lá também para fazer turismo, perde um pouco.</p>
<p>De qualquer forma você conhecerá pelo menos 4 cidadezinhas bem charmosas que <strong>dificilmente entrariam em qualquer roteiro turistico padrão</strong>. Todos os anos eu me encanto com um vilarejo surpreendente e o último foi Greyton (depois escrevo sobre lá).</p>
<p>Sempre tem brasileiro voluntário. Ano passado havia duas figuraças de São Luis do Maranhão, que estavam lá apenas pelo turismo e não se arrependeram. Menos de um ano depois tive o prazer de tomar uma cerveja com eles em pleno Reviver, em São Luis mesmo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Motivos não-turísticos</strong><br />
<strong>*</strong> Se voce pedala, mas não a esse ponto, vai poder ficar perto de grandes atletas como o campeão mundial Christopher Sauser e o inventor da mountain bike, Tom Ritchey. Vai ver caras realmente feras e se emocionar com histórias de gente que completa a prova a muito custo.</p>
<p><strong>*</strong> Os brasileiros, claro, sempre fazem a maior festa. Neste ano estávamos em 40 pessoas. Eles deixam as barracas juntas e fazem a “Brasil Avenue” ou o “Favelão”, dependendo do ano. Risadas garantidas.</p>
<p><strong>*</strong> A atmosfera da chamada <em>race village</em> é muito gostosa, todo mundo feliz, de bem com a vida.</p>
<p><strong>*</strong> Meninas: Cada <em>race village</em> tem cerca de 3 mil pessoas. A maioria absoluta são homens bonitos e atléticos&#8230; Vide fotos.</p>
<p><strong>*</strong> Quem <span style="text-decoration: line-through;">enlouquecer</span> quiser participar pedalando no próximo ano garante a inscrição e se livra da loteria, que sorteia apenas 1.200 duplas no mundo todo.</p>
<p><strong>(to be continued&#8230;.)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/ACE08_stg7_KS1453.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-590" title="divulgação" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/ACE08_stg7_KS1453-1024x682.jpg" alt="" width="614" height="409" /></a><br />
Vista das barracas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/IMG_0351.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-591" title="marina gomes" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/IMG_0351.jpg" alt="" width="592" height="461" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/waterfront.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-592" title="waterfront" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/waterfront-1024x574.jpg" alt="" width="614" height="344" /></a></p>
<p>O prólogo de 2010 será aqui, no Waterfront, na Cidade do Cabo</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/DSC06171.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-594" title="marina gomes" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/DSC06171.jpg" alt="" width="614" height="424" /></a></p>
<p>Pessoal de 2008 na Brazil Avenue. Muitos voltaram em 2009 também</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/ACE08_stg3_sl1158.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-595" title="divulgação" src="http://corremundo.com.br/corre/wp-content/uploads/2009/09/ACE08_stg3_sl1158.jpg" alt="" width="614" height="410" /></a></p>
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