CAPE TOWN: COMPRAS E HOTÉIS

COMPRAS: 14% de volta:
Para compras acima de 250 rands peça a nota fiscal específica para o VAT.
Esteja com antecedência no aeroporto de Johanesburgo e ANTES de despachar as malas vá ao guichê de VAT – uma bancada estranha, na verdade – e mostre os recibos e os itens comprados. Sim, é um festival de calcinha para um lado, soutien do outro até você encontrar no fundo da mala o bendito rinoceronte de madeira que comprou para aquela tia-avó do vizinho.
Assim feito, o moço carimba os recibos para você receber 14% de imposto de volta.

Despache suas malas e siga em frente. Depois da imigração, antes de embarcar, pegue esse papel e vá à casa de câmbio e receba o valor em dólares ou direto no cartão de crédito. Eu sempre peguei em cash.

- Não se preocupe se despachou os bens adquiridos nas malas em Cape Town, pois terá que pegá-las em Johanesburgo novamente durante a conexão.
- É um mico sem tamanho! Da primeira vez eu obviamente não sabia que teria que procurar as coisas na mala para mostrar ao responsável pelo VAT. Calcinhas, soutiens, roupa suja e bagunça pra todo lado. Deixe tudo separadinho :)
- É uma maratona. Se estiver perdendo hora, deixe para lá, pois o valor não é tão significativo – a não ser que você tenha comprado muita coisa meeesmo.

Desafio: fechar a mala pela segunda vez, no aeroporto…

O shopping de Cape Town fica bem fora de mão. O Canal Walk (a primeira foto do post) é grandioso, mas só pra quem gosta muito de shopping. Se for para compras esportivas, não vale a pena. Tem apenas uma loja de bike, bem fraca.

Para comprar bikes e acessórios a excelente loja que eu tinha para indicar fechou, a Willie Engelbrecht. Alguém tem outras sugestões?

A Cycle Lab parece ser boa e muito forte, especialmente em Mtb.

HOTÉIS

O primeiro que passei foi o Circa, do Urban Hip Hotels. Imenso e completíssimo. Cozinha e lavanderia completa dentro do studio. Dois banheiros, sala imensa. Dava gosto chegar no fim do dia acabada.

Depois passei pelo The Cullinan Southern Sun. Quartos normais, mas a localização era bem melhor. Café da manhã espetacular. E uma piscina linda, embora eu seja terminantemente contra usar a piscina em um lugar de praia.

(No Cullinan eu comprovei a fama dos indianos de ficarem ensandecidos com coisas grátis. Um menino entrava a toda hora na sala da academia para pegar garrafas e mais garrafas de água que ficavam à disposição. o.O). Perto do Waterfront.

Fiquei também no Cape Royale. Localização ótima, em Green Point, exatamente em frente ao estádio construído para a Copa do Mundo. Perto do Waterfront também. Café da manhã maravilhoso, com salmão e mais salmão cru. Eu me vendo fácil por comida….
Os studios também são completíssimos e imensos.

Esses acima são todos hotéis cinco estrelas e os preços bem razoáveis pelo que oferecem (Mas lembre-se, eu estava a trabalho – minha muquiranice jamais deixaria que me hospedasse em algum deles rsrs).

Mas a África do Sul não é, nem de longe, um país caro. Mas dá para encontrar acomodações bem mais em conta com facilidade.

Um dos lugares mais inusitados que passei a noite foi dentro do Parque Nacional da Table Moutain. Um albergue simples, rústico, mas super interessante e aconchegante. O problema é que fica bem fora de mão para sair a noite comer, por exemplo. Tentamos pedir uma pizza pra Renata Falzoni e foi MUITO difícil. O pessoal do alojamento era muito simples e nunca tinha feito isso antes. Não conseguíamos também voltar para lá pois nenhum taxista sabia onde ficava o local. E eita nomezinho difícil de lembrar: Hoerikagoo. O jeito foi tirar foto da placa de uma rua próxima e mostrar para os taxistas.

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12 2009

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