Corre Mundo

Viagem para a Turquia


 

Desde que a Turkish Airlines começou a fazer os voos diretos entre os dois países a presença verde e amarela aumentou MUITO. Difícil encontrar lugares sem brasileiros por la. E eles estão certíssimos em descobrir o país.

Talvez o maior dilema seja a logística. Selecionar um roteiro dá muito trabalho. O país é muito grande e o que não falta é atrativo. Cheguei a ter a impressão de que cada cidadezinha tinha alguma ruína imperdível de séculos e séculos antes de Cristo.

Cortando daqui e dali, meu roteiro de duas semanas foi esse:

Istambul
Capadócia (Balão-cidades subterrâneas, formações rochosas inusitadas)
Pamukkale (Piscinas calcárias do Castelo de Algodão e Hierápolis antiga)
Éfeso (cidade antiga e Casa de Maria)
Bodrum (praia)
Fethyie (praia mais “fotogênica” do país)

A boa notícia é que as rotas de ônibus, trem e avião são muito eficientes. Uma parte dos deslocamentos internos fiz com a Turkish Airlines, e poucos saíram mais do que 100 reais, mesmo comprando trechos únicos e em cima da hora. Os ônibus também são bons, quase todos tem wi-fi e serviço de bordo, com um “comissário” passando o tempo todo para oferecer café, água e uma colônia de limão que eles adoram. O comissário também avisa cada um quando chega a hora de descer, uma simpatia.

Falar que amei o país é pouco. As pessoas são fofas, a comida é deliciosa, as paisagens são surreais e eu, um dos seres mais econômicos do mundo, precisei comprar uma mala extra para voltar. (E isso está longe de ser um problema só meu visto que há uma loja de mala em cada esquina – e sim, até elas são baratíssimas!)

Entre as melhores compras: tapetes, pashminas, cerâmicas, temperos e doces. Isso se você for uma pessoa normal. Se for como eu vai entrar em um supermercado no último dia e fazer uma compra tão estranha que vai ganhar até o cartão fidelidade do lugar. Claro, porque só um morador faria uma comprona de café, creme, chá, trigo, chocolate e massa para pão, né?

A culinária tem algumas delícias como kebab (pedacinhos de carne), pide (uma espécie de esfirra aberta), gözleme (crepe). O iskender kebab merece menção especial. Tiras fininhas de carne assada por cima de um pão folha forrando o prato e tudo regado com molho de azeite. O de Pamukkale foi o melhor da viagem, inesquecível, em um dos simples e acolhedores restaurantes na rua de acesso às piscinas.

Vou dividir informações da viagem em posts na sequência.


Twitter Siga o Corremundo pelo Twitter Facebook Curta nossa página no Facebook