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ISTAMBUL é demais – o que fazer lá


 

Três dias na cidade é uma boa medida, não pense em menos que isso. Para ter tudo mais à mão fique em Sultanahmet, que concentra os principais pontos como Santa Sofia, Mesquita Azul, Hipódromo, Palácio Topkapi, Mesquita Süleymaniye  e os bazares.

Outra opção é Taksim, o centro da Istambul moderna. Os hotéis lá são um pouco mais caros, mas restaurantes e lojinhas tem preço menos turístico. A via principal chama-se Istiklal, repleta de lojas, cafés, docerias e restaurantes.

Tudo bem moderninho e charmoso. Mesmo cansada e sem pique para bater perna sempre achava um café e doces deliciosos sem muito esforço. O café turco mais performático foi no Porta Pera, um misto de lounge, restaurante e café, e os doces no Saray, uma rede com outros endereços (tem uma pertinho do mercado de especiarias também).

 

O que mais ver em Istambul:

Cisterna da Basílica – Para abastecer os palácios, o “Palácio Submerso” foi feito na época do imperador bizantino Justiniano (527-565), com capacidade armazenar 100 mil toneladas de água nos seus quase 10 mil metros quadrados. Fica bem ao lado da Santa Sofia. Há duas cabeças de Medusa, uma de ponta cabeça e outra de lado (diz a lenda que é para não petrificar quem as olhe).

Palácio de Dolmabahce – O mais bonito da cidade e o maior do país. O ponto alto é a catedral. Só há passeios guiados e é preciso MUITA paciência com as filas imensas. Reserve antes pois os grupos têm prioridade.
Lá viveram seis sultões, de 1843 a 1924. Foi residência também de Ataturk, o ex-presidente-muso-ídolo-salvador da Turquia cujo rosto estampado em bandeiras você verá umas 458 vezes ao dia.
Se for de trem desça na estação Kabatas. Aproveite que está do “lado de lá” do Golden Horn e conheça a rua Istiklal e a torre Gálata.

Grand Bazar – E bazar egípcio (de especiarias). Reserve meio período. Entre um chazinho e outro suas liras turcas vão embora. Para não ter que carregar bugigangas no resto da viagem deixei tudo no aeroporto antes de voar para a Capadócia e peguei antes de embarcar para o Brasil, no fim. Pelo preço compensou bastante.

Ah, perto do bazar de especiarias há uma loja de bike pequena, mas com componentes bons e preços melhores que no Brasil. É a Asli. (Há uma placa Shimano bem grande nela). Difícil se comunicar em inglês, mas são muito simpáticos. Fica na Hamidiye Cadesi, uma rua cheeeia de lojas de bikes (infantis) atrás da Ankara Cadesi. O melhor é comprar os kits XTR ou XT com todas as peças de forma compacta (câmbios, cubos, catracas, correntes, pedivelas, trocadores, freios e manetes de freios). Quadros e rodas foi o que eu menos vi de significativo. O quente eram as peças. Em virtude do valor da moeda atrelado a rota de grandes centros produtores (Japão, Malasia), o preço fica bem mais acessível – 35% a 60% mais barato que aqui.

 

 

Se tiver tempo, um cruzeiro pelo Bósforo e um tradicional banho turco podem ser interessantes. Um hammam famoso é o Cagaloglu Hamami e outro é o Suleymaniye. Uma experiência antropológica, eu diria…. Neste último apenas homens dão os banhos, uma cerimônia que dura 1h30 e custa 35 euros. Solteiros não são admitidos.

Outra experiência é aproveitar bares no terraço de hoteis como o Arcadia perto do Hipódromo para ver o pôr-do-sol com as mesquitas chamando para a reza, a cidade acendendo e os barcos passando pelo estreito.Com direito a esta vista ai embaixo:

 

 

 

 


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