Corre Mundo

Meia-maratona de Praga


A matéria bonitinha contando os detalhes da prova, organização, clima, público etc vai sair na Contra Relógio, então aqui vou contar o lado B do evento, ou seja, o que concerne à minha participação, mesmo correndo o risco de ver toda minha reputação (cof cof) de jornalista ir pelo ralo. Então, um lembrete inicial: não é porque não tenho amor aos meus joelhos que eu não trabalho duro e sério para que vocês mantenham os seus rsrs.

Eu não estava acreditando muito nessa viagem e, até a passagem chegar as minhas mãos, não comecei a treinar. Mesmo com a súplica de familiares, planilha enviada por uma amiga treinadora fofa (@Mel) e cobranças diversas, não arredei pé. Não queria me envolver e criar expectativas antes de confirmar tudo.

Eis que, um mês antes da largada, chega minha passagem. De fato, eu ia para Praga. Bolei um plano suicida de quatro semanas de treinos loucos e desvairados, mas nem isso eu tive tempo para cumprir. Mas minhas metas eram pouco ambiciosas, condizentes com quem estava indo dos 10 aos 21k em um mês sem frequencímetro, sem planilha e sem tênis adequado (não vou nem explicar …. ):

1- terminar

2- terminar em condições de entrevistar o pessoal

3- não me lesionar (sempre consciente do absurdo que estava fazendo)

2h14 de corrida (num frio fora de cogitação para mim, diga-se) e entrevistas feitas, vi que havia atingido parte das minhas metas. Restava esperar o dia seguinte. Aquela dificuldade para andar e me movimentar, que exigia contorcionismos para sair da cama e outros movimentos cotidianos passaria? Afinal, no dia seguinte eu tinha uma longa lista de locais a visitar e não convinha fazer o andar zumbi-despedaçado por uma cidade tão linda.

No dia seguinte, zerada, metas cumpridas! Agora era hora de andar por Praga até fazer bolhas e destruir o que restou dos pés. :)


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