Passeios em Chicago – o que fazer na Windy City
Por Marina em 2 September 2009
Tirou uns dias para passear na terra do Al Capone? Algumas dicas:
A arquitetura de Chicago é espetacular e merece um capítulo à parte. O Instituto de Arte, na Michigan Avenue, é muito interessante. Quase em frente fica a Architecture Foundation, que promove vários passeios guiados pela Windy City. Logo na entrada tem uma lousa com os próximos tours agendados. A lojinha também é de matar, cheia de artigos e livros interessantes relacionados ao tema. Um pouquinho caro.
Eles também agendam os passeios de barco chamados Architecture Cruises, que custam cerca de de 30 dólares. O guia conta toda a história da cidade reconstruída após o incêndio de 1871, que destruiu tudo. Eu não tive tempo para fazer. Uma pena.
Só compre o City Pass – aquele cartão-curinga para entrar em museus e monumentos – se você tiver dias e interesse suficientes para ver coisas como Aquário, Field Museum (Museu de História Natural), Planetário ou o Museu da Ciência. São todos bem legais, mas em três dias na cidade eu priorizei outras coisas. Ele também dá direito ao Hancock Center ou à torre Willis (ex-Sears), mas não é necessário, pois dá para subir no Hancock de graça. Ele é mais baixo que a Willis mas oferece uma vista mais bonita. Além disso, você não paga para subir no restaurante que fica lá em cima. Dica: a vista mais bonita está no banheiro feminino. Sorry, guys!
O Chicago Trolley é o famoso ônibus-sobe-desce-de-dois-andares. Passa pela maior parte dos pontos turísticos e custa 26 dólares.
Para se locomover de ônibus (que é muito fácil) compre o Visitor Pass: pode ser de 1, 3 ou 7 dias. Compensa bastante.
Para entender Chicago: A Madison Street corta no sentido leste-oeste e a State Street norte-sul. Assim, as paralelas da Madison recebem um W (west, oeste) ou E (east, leste) e as paralelas à Street tem a designação N (norte) ou S (sul).
Eu fiquei no albergue internacional e, do aeroporto, foi só pegar o trem e descer na estação La Salle (pertinho do Grant Park e do Hilton, para quem ficar lá). Na volta, a estação do aeroporto é O’Hare.
Comidas
Cheesecake Factory– embaixo do Hancock Center. Cheesecake gigantesco até para mim, que sou capaz de comer o triplo do meu peso em doces.
Deep-dish pizza. É uma torta, mas eles chamam de pizza. Vale pela experimentação, mas não chega a ser gostosa.
Tem um Ghirardelli ao lado da Water Tower com sorvetes bem gostosos. Segredinho: toda vez que você entra na loja, ganha um chocolatinho. E posso assegurar que se você entrar duas ou três vezes seguidas a menina nem vai ligar – e vai te entupir de chocolate de alta qualidade. Não que eu tenha feito uma coisa dessas, imagine!
Outros passeios
O Grant Park é lindo. De um lado, ao longe, estão Museum Park (Aquário e Field Museum) e do outro a Art Gallery, as torres Willis e Hancock e o Navy Pier – que eu achei bem turistão e sem graça, cheio de lojinhas e restaurantes. Dá para sair de alguns passeios de barco por lá. Em alguns meses há queima de fogos.
O Millenium Park é uma extensão do Grant Park e lá tem o feijão gigante feito em aço inoxidável (veja de dia e à noite, são experiências diferentes).
Aluguei uma bike no Millennium Park e passei por todas as “praias” até chegar ao distrito de Evanston, onde fica a Northwestern University e um templo Bahai lindo. Custou 35 dólares o dia. O único detalhe foi o freio da dita-cuja, que funcionava pedalando para trás. Eu tenho certa dificuldade até com bicicletas normais, então quase ser atropelada pelo bondinho histórico foi pouco. Entrei em alguns postes e voltei bem roxa para casa.
Se quiser fazer passeios programados sugiro Bobbys bike e Bike and Roll: passeios de três horas por 35 dólares, já inclusos bike e capacete. É bem padrão, e se for seu caso, vá em frente. A maioria parte do Millenium Park.
Como no inverno faz um frio de chorar, o povo aproveita bem o verão e há feirinhas deliciosas nos parques da cidade, como a Green City Market, com os próprios produtores rurais. Eles compram as frutas e guloseimas e já fazem um piquenique por lá mesmo. Com música e tudo mais. O Lincoln Park é ótimo para isso.
Show de blues? Lamento, não posso ajudar. Fiquei pouco e à trabalho, então nada de altas farras pela noite rsrss. Mas estava com fortes recomendações para ir ao Buddy Guy e House of Blues. Mais um motivo para eu voltar pra lá. E rapidinho.
Veja as fotos e descubra o porquê:












Não vou a Chicago.. aliás, pelas dicas parece um lugar que valha visitar..
Mas lendo suas dicas, não resisti.. Cheesecake Factory!!! Esse foi o lugar mais perfeito que encontrei em minha ida aos EUA há 3 meses… Em LA e San Francisco, sempre que dava, era lá que eu comia… Salada, sanduíche, salmão, e, claro, o gigantesco cheesecake!! E tudo num preço maravilhoso!!!
Essa dica é preciosa!!!
Oi Marina!
Parabéns menina!
Pelo passeio que com certeza foi sensacional!
E pelo blog que ficou excelente! Maravilhoso! Simples, prático e bem elucidativo! Parece que ao ler, a gente se arremete até o lugar…que deve ser muito lindo!
Daqui uns anos, quando eu for para os States, eu já sei onde ir!!
A.do.rei!!
Marina, como fotógrafo amador posso dizer, suas fotografias estão demais! Deu ainda mais vontade de conhecer Chicago.
Um beijo,
Bruno
Adorei suas dicas, estava com viagem programada para São Francisco, devido aos terremotos no Pacífico fiquei assustada, mudei o roteiro e decidi ir a Chicado, suas digas irão ser muito valiosas para mim e meu marido.
grata
MINHA ESCALA EM CHICAGO É DE 8 HORAS.
O QUE POSSO FAZER, OU CONHECER COM ESSE HORARIO.
GRATO
FELIPE
Felipe, pegue o trem no aeroporto e vá até downtowm, o parque onde tem a escultura do feijão é magnifico. Vc pode passear por ali, almoçar e depois retornar ao aeroporto de trem ( 40 minutos). Se tiver tempo tem a Macys pra fazer umas comprinhas..