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Maratona de Chicago – corrida memorável


Perto do dia 11 de outubro centenas de brasileiros irão a Chicago correr a maratona. Ano passado eram 330 brasucas. Fácil, fácil, identificar no avião – estarão vestidos com a camiseta de alguma prova que você também provavelmente já correu. Na cidade, vai trombar com compatriotas o tempo todo e no Grant Park as camisetas amarelo-ovo (dos MPR`s) se multiplicam no sábado, dia dos trotes.

A cidade é charmosíssima e o povo solícito, principalmente quando está calor. Volto fácil para lá, e olha que tenho uma certa birra com os EUA.

 

 

A prova

Em relação ao clima pode-se esperar de tudo, de -6ºC a 31ºC. Mais chance é que o calor dos últimos anos se repita, o que tem tornado a prova menos rápida. Não subestime, porém, a Windy City, e pode ventar muuuito. Se for o caso, use o vácuo e corra atrás de alguém para minimizar a resistência do vento.

São 45 mil corredores, 20 pontos de hidratação e a prova é plana e impecável. O público é show: tem o animadíssimo bairro gay e as colônias mexicana e chinesa. Ah, e cerveja na linha de chegada, claro.

Marque um lugar mais distante para reencontrar seus amigos depois da corrida pois entre a linha de chegada e o lugar de saída dos atletas fica tudo bloqueado. Fora isso, o Grant Park vira uma bagunça, é MUITA gente. Que pode fica no Hilton, exatamente em frente à largada e onde fica a imprensa.

Fiquei no albergue internacional, onde havia muitos corredores (grande novidade, afinal, SÓ tem atletas na cidade nesse fim de semana), pois é pertinho da largada. É o famoso “pobre mas limpinho” – recomendo: bem localizado, apesar de os atendentes serem meio chatinhos. É Wi-Fi free.

 

 

Compras

Para artigos esportivos, faça a festa na Feira da Maratona, muito boa (tem ônibus gratuito partindo de vários lugares da cidade. Não comprei o Polar lá me arrependi muito depois). Dá uma vontade louca de experimentar um monte de comidinhas lá, de jujubinhas misteriosas a iogurte de whey e uns chocolates suspeitos. Contenha-se e coma depois da prova. Você não pode nem pensar em passar mal justo na véspera. Indicaram-me duas lojas de artigos esportivos, a Sports Authority e a Fleet Feet. Andei bastante para encontrar as duas e sinceramente acho que não compensou. Não consegui comprar um simples Polar (que depois fui achar no Duty Free em São Paulo!)

Na Michigan Avenue há uma infinidade de lojinhas para bugigangas e souvenirs de Al Capone. Para compras sofisticadas, a Magnificent Mile. Eu tinha uma bendita encomenda de óculos Oakley também e só fui encontrar na Water Tower, na Michigan Avenue, onde há boas lojas.

Programa mulherzinha: encontrei shampoos e cremes em promoção em uma rede de cabeleireiro na Michigan Avenue, a Supercuts. Tinha Redken e Paul Mitchell em potes gigantes. O duro foi enfiar aquilo na minha mala, que em geral é super compacta.

Trouxe umas lembrancinhas compradas no Walgreens que ninguém sabe que é de supermercado. Só dá uma olhada se não é madeinchina, né? (Aliás essa dica vale para todos os lugares. Acredita que eu já quase comprei aqueles guarda-chuvas coloridos símbolo de Olinda, EM OLINDA, madeinchina? Nem as tradições regionais escapam mais, tsc tsc… )


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  • 4 Comentários

  • Demais o seu texto! Recebi a msg no twitter e vim correndo… =D
    Deu até vontade de conhecer Chicago.
    Beijos!

  • Giovanna says:

    03/09/2009

    Parabéns pelo blog! tb fiquei com vontade de correr em Chicago

  • Olá Marina, parabéns pelo blog. Com esta descrição de Chicago, me anima para fazer a estréia em maratonas o ano que vem.

  • eduardo salbego says:

    11/06/2010

    essa loja de esportes que tu diz sports authority é grande tem coisas para jogo de tenis e tal? aguardo resposta obrigado

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